Terpenos: O que são e para que servem?

Os terpenos são substâncias químicas aromáticas encontradas principalmente nas plantas e em seus óleos essenciais. Na natureza, protegem a vegetação de agentes como as bactérias e parasitas. No corpo humano, podem ser um grande aliado do sistema de defesa.

Talvez você já tenham ouvido falar sobre a relação entre os terpenos e a cannabis, já que são essas substâncias que conferem seus característicos sabor e aroma. Também são os terpenos que dão aroma ao gengibre, à pimenta e muitas outras plantas — e até insetos —. Quer saber mais sobre eles? Então, prepare-se pois já vamos começar!

O mais importante

  • Os terpenos são um grande conjunto de compostos químicos orgânicos que são capazes de dar sabor e aroma bastante característicos a diversas plantas. Eles são os responsáveis pelas fragrâncias marcantes que emanam dos óleos essenciais. 
  • Atualmente, os terpenos têm sido usados por suas prováveis propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias, sobretudo os terpenos extraídos da cannabis
  • Apesar de alguns terpenos serem derivados da cannabis, eles não são considerados ilegais em nenhuma parte do mundo, já que, por si sói, não produzem qualquer efeito narcótico.

Tudo o que você precisa saber sobre os terpenos

Os terpenos são substâncias incríveis, que estão presentes na natureza em abundância, tanto na flora quanto na fauna. Não são apenas aromáticos e saborosos, mas também têm propriedades medicinais sobre as quais, a cada dia, sabe-se um pouco mais.

O que, exatamente, são os terpenos?

Os terpenos são moléculas formadas de várias unidades de isopreno (hidrocarbonetos que abundam na natureza) (1)

Estes isoprenos são pequenas peças de um quebra-cabeças que, ao juntar-se de diferentes maneiras, são capazes de formar uma grande variedade de terpenos, com sabores, aromas próprios e propriedades específicas (2).

Assim, mesmo sem poder vê-los, é possível sentir o aroma e o sabor característico de um terpeno na pimenta, na canela, na lavanda e até no limão. A partir de agora, quando você inspirar essas fragrâncias, saberá que está em contato com uma dessas incríveis moléculas!

terpenos
Os terpenos, sobretudo os extraídos da cannabis, passaram a ser usados por suas prováveis propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias. (Fonte: Fernando: xm_2oqcbpiq/ Unsplash.com)

Quais tipos de terpenos existem e para que servem?

As diferentes combinações de isoprenos resultam em uma grande variedade de terpenos. Cada um com propriedades, sabor e aroma distintos. Normalmente, são encontrados na cannabis sativa, em diferentes combinações, mas também em muitas outras plantas e insetos.  

Os terpenos que mais se destacam atualmente, de acordo com estudos (3), são: 

Terpeno Características Possíveis efeitos medicinais
Mirceno  (4) Aroma herbal
Encontrado na manga e no tomilho
Anti-inflamatório 
Proteção das articulações (5)Prevenção do estresse oxidativo (6)Relaxamento muscular e mental (em concentrações superiores a 0.5 %) (7)
Pineno Componente principal da resina do pinheiro
Terpeno mais comum na natureza
Pode ser encontrado em plantas e insetos
Efeito antimicrobiano (8)Anti-inflamatório 
Proteção das articulações (9)
Limoneno Presente na pele do limão e outras frutas cítricas
Usado como saborizante
Facilita a absorção de certos fármacos (10)Melhora o estado de ânimo (11)
Linalol Presente principalmente na lavanda Efeito antimicrobiano (12)
Cariofileno Encontrado na pimenta preta e na canela
Confere um sabor picante
Anti-inflamatório (13)Analgésico local
Fungicida (“mata” fungos) (14)

Os efeitos terapêuticos dos terpenos vêm sendo estudados em animais e em células humanas. Por esta razão, ainda é necessário aplicar mais pesquisas para confirmar suas propriedades. Alguns suplementos nutricionais, como os da Sundt Nutrition, podem garantir uma mescla desses efeitos.

Como os terpenos são obtidos?

Há muitas maneiras de extração dos terpenos de suas fontes naturais. Isto requer alguns processos específicos, que modificam a estrutura das plantas (ou insetos) para finalmente separar estas moléculas do restante da composição. 

A principal forma de extrair los terpenos da sua fonte e por meio do processo de destilação (16):

Destilação por vapor

Neste método, as plantas que contenham terpenos são fervidas em um recipiente aberto.Quando os vapores são liberados no ar, são levados a um condensador, que esfria esses gases, fazendo-os retornar à forma líquida.

Este líquido é coletado em uma embalagem e os terpenos (que são oleosos) vão flutuar na superfície. Assim, podem ser extraídos (16)

Hidrodestilação

Este processo consiste em apenas ferver o material e deixá-lo esfriar, permitindo que o elemento oleoso — que contém os terpenos — suba à superfície.

Em muitos casos, este método pode levar à perda de parte das propriedades, pelo uso de altas temperaturas durante o processo de extração (17).

Destilação molecular

Este é o melhor método para extrair os terpenos. O procedimento requer um grande número de equipamentos e instalações especiais, que modificam a pressão ambiental ao redor do composto. Assim, possibilita a extração dos terpenos com grande qualidade, sem danos à sus estrutura, jpa que utiliza temperaturas baixas (15).

Os terpenos presentes nos suplementos da Sundt Nutrition são extraídos utilizando este métodos. Com isso, além da grande variedade de substâncias, também tem alta qualidade como garantia. 

terpenos
O limoneno, presente na pele do limão e outras frutas cítricas, é utilizado como saborizante. (Fonte: Rumee: jxtfregs5le/ Unsplash.com)

Importante: Não recomendamos que nenhum dos métodos de extração de terpenos seja realizado em casa. Isso porque, além de arriscado para quem manipula as substâncias, pode trazer danos à saúde. Sem os equipamentos adequados e a manipulação profissional, pode-se gerar substâncias nocivas ao organismo.

Os terpenos são narcóticos?

Esta dúvida surge com frequência, já que muitos terpenos podem ser extraídos da planta cannabis sativa — o cânhamo ou maconha —. Ao inalar, a planta ou ingerir, a erva pode provocar efeitos que vão desde o relaxamento até a euforia e ansiedade, devido aos canabinoides (THC e CBD).  

No entanto, os terpenos por si só não tem o poder de gerar estes efeitos. Por este motivo, as substâncias são legalizadas em todo o mundo.

Porém, é bom considerar que, combinadas com canabinoides, como o THC e/ou CBD, essas moléculas podem potencializar a influências deste componentes no cérebro (18)

É seguro vaporizar terpenos?

A vaporização é uma forma utilizada por muitas pessoas que desejam abandonar o hábito de fumar, por exemplo. Nestes casos, a prática ajuda a inalar a nicotina sem a presença do alcatrão. Há, também, quem utilize essa técnica para inalar canabinoides. Mas isso pode prejudicar a saúde.

De acordo com alguns estudos, os terpenos podem se tornar tóxicos quando aquecidos e inalados — o que ocorre quando se faz a vaporização —. Isso porque podem ser liberados compostos como benzeno, que é cancerígeno e o xileno, que é inflamável (19)

A vaporização é uma alternativa menos danosa do que o tabagismo, mas não está livre de trazer riscos à saúde. Por isso, pense duas vezes antes de adotar essa prática!

terpenos
O linalol se encontra principalmente na lavanda e possui efeito antimicrobiano. (Fonte: Lohrbach: 34335462/ 123rf.com)

Quem não deve usar terpenos?

Os terpenos têm poucos efeitos colaterais conhecidos. Ainda assim, devem ser usados com especial atenção por pessoas de determinados grupos, que podem ser afetados pela sua ação: 

  • Mulheres grávidas;
  • Bebês, crianças e adolescentes;
  • Idosos;
  • Pessoas em tratamento de doenças crônicas (hipertensos, diabéticos, indivíduos com enfermidades graves);
  • Alérgicos a qualquer ingrediente da fórmula.

Se você está em um desses grupos, assegure-se de consultar seu médico antes de iniciar o uso de qualquer produto à base de terpenos.

Escolha o melhor produto de terpenos com estes conselhos

Se o seu objetivo é usar os terpenos para melhorar a saúde, é importante escolher com cuidado o produto que melhor atenda às suas expectativas. Preparamos alguns conselhos que podem facilitar essa decisão.

Verifique os ingredientes

Os produtos que contêm terpenos muitas vezes combinam outros ingredientes naturais que podem ser benéficos à sua saúde. Mesmo assim, é fundamental ter atenção à presença de alguns ingredientes na hora da escolha:

  1. Alérgenos: os terpenos podem gerar reações alérgicas se ingeridos ou aplicados sobre a pele em pessoas com predisposição. As substâncias que mais costumam causar alergia são o linalo e o limoneno;
  2. Substâncias ilegais: todos os produtos que contenham terpenos, mesmo aqueles à base de cannabis, são legalizados. No entanto, é bom estar atento ao regulamento especialmente no que diz respeito à presença de CDB e THC;
  3. Ingredientes veganos: os terpenos são majoritariamente veganos ou vegetarianos. No entanto, alguns podem ser provenientes de insetos, como algumas variações do pineno. Por isso, lembre-se de verificar a origem do terpeno antes de comprar o seu produto. 

O suplemento nutricional da Sundt é completamente vegano e formulado com substâncias legalizadas em todo o mundo. Na dúvida sobre essas garantias, verifique com atenção o rótulo do produto, para conferir seus ingredientes e seus benefícios! 

Escolha a melhor apresentação

Os terpenos são mais seguros quando ingeridos, acompanhados por sucos ou água. A inalação deve ser evitada. Os vapores, como mencionamos, podem ser prejudiciais à saúde.

A forma líquida é a mais segura e pode ser encontrada nos produtos da Sundt Nutrition, em embalagens de 200 ml, que rendem 40 doses. 

Fique atento à conservação 

Assim como muitas outras substâncias, os terpenos são suscetíveis ao ambiente e suas variações, podendo perder suas propriedades se não foram bem conservados. Para evitar que isso ocorra, certifique-se de tomar os seguintes cuidados: 

  • Não deixe o produto em locais quentes como o carro, a cozinha, o banheiro e nem sob o sol;
  • Mantenha o suplemento em um lugar seco;
  • Não retire os óleos essenciais de sua embalagem original;
  • Se o envase vem com conta-gotas, não coloque em contato direto com a boca, pele ou qualquer superfície que não seja o vidro do produto;
  • Descarte o suplemento imediatamente após o vencimento;
  • Siga sempre as especificações do fabricante.

Se tiver qualquer dúvida sobre o produto ideal ou as formas de conservação, peça orientações ao seu médico ou ao farmacêutico.

terpenos
Das diferentes combinações de isoprenos resultam uma grande variedade de terpenos. (Fonte: Janfries : 129326190/ Unsplash.com)

Consulte seu médico

Apesar de todas as propriedades benéficas dos terpenos, pode ser que o produto não de adapte perfeitamente ao sus organismo e traga sintomas indesejados. 

Por este motivo, se você sofre de alguma doença crônica ou faz parte de um dos grupos que citamos, convém passar por uma avaliação médica antes de adotar o uso de um produto á base de terpenos.

Além disso, se sentir qualquer mal estar quando iniciar o uso do suplemento, suspenda o uso e procure um serviço emergencial de saúde.


Nossa conclusão

Os terpenos são substâncias aromáticas que, além dos incríveis sabores e aromas, podem trazer grandes benefícios à saúde. Os terpenos proporcionam efeitos que vão desde o combate a micro-organismos até a melhora no estado de ânimo. 

Neste artigo, mostramos como escolher o melhor produto, desde a composição até a forma de apresentação. Deixamos, ainda, algumas orientações de especialistas sobre o uso de cada tipo de substância.

Gostou de saber mais sobre os terpenos? Então, aproveite para compartilhar essa novidade com seus amigos. Um abraço, até a próxima!

(Foto destaque: Radu Florin / Unsplash.com)

Referências(20)

  1. O. Felipe L, L. Bicas J. Terpenos, aromas e a química dos compostos naturais. Quím Nova Na Esc 2017;39.
  2. De Martino L, Nazzaro F, Mancini E, De Feo V. Essential oils from Mediterranean aromatic plants. The Mediterranean Diet, Elsevier; 2015, p. 649–61.
  3. Fahlbusch K-G, Hammerschmidt F-J, Panten J, Pickenhagen W, Schatkowski D, Bauer K, et al. Flavors and Fragrances. Ullmann’s Encyclopedia of Industrial Chemistry 2003.
  4. Behr A, Johnen L. Myrcene as a natural base chemical in sustainable chemistry: a critical review. ChemSusChem 2009;2:1072–95.
  5. Rufino AT, Ribeiro M, Sousa C, Judas F, Salgueiro L, Cavaleiro C, et al. Evaluation of the anti-inflammatory, anti-catabolic and pro-anabolic effects of E-caryophyllene, myrcene and limonene in a cell model of osteoarthritis. Eur J Pharmacol 2015;750:141–50.
  6. Islam AUS, Hellman B, Nyberg F, Amir N, Jayaraj RL, Petroianu G, et al. Myrcene attenuates renal inflammation and oxidative stress in the adrenalectomized rat model. Molecules 2020;25.
  7. do Vale TG, Furtado EC, Santos JG Jr, Viana GSB. Central effects of citral, myrcene and limonene, constituents of essential oil chemotypes from Lippia alba (Mill.) n.e. Brown. Phytomedicine 2002;9:709–14.
  8. Chalchat JC, Chiron F, Garry RP, Lacoste J, Sautou V. Photochemical Hydroperoxidation of Terpenes. Antimicrobial Activity of α-Pinene, β-Pinene and Limonene Hydroperoxides. J Essent Oil Res 2000;12:125–34.
  9. Rufino AT, Ribeiro M, Judas F, Salgueiro L, Lopes MC, Cavaleiro C, et al. Anti-inflammatory and chondroprotective activity of (+)-α-pinene: structural and enantiomeric selectivity. J Nat Prod 2014;77:264–9.
  10. Yang Z, Teng Y, Wang H, Hou H. Enhancement of skin permeation of bufalin by limonene via reservoir type transdermal patch: formulation design and biopharmaceutical evaluation. Int J Pharm 2013;447:231–40.
  11. Dobetsberger C, Buchbauer G. Actions of essential oils on the central nervous system: An updated review: Essential oil effects on the CNS. Flavour Fragr J 2011;26:300–16.
  12. Flores PIG, Valenzuela RB, Ruiz LD, López CM, Cháirez FE. ANTIBACTERIAL ACTIVITY OF FIVE TERPENOID COMPOUNDS: CARVACROL, LIMONENE, LINALOOL, α-TERPINENE AND THYMOL. Trop subtrop agroecosystems 2019;22.
  13. Alina C-MC, Rocío R-L, Aurelio R-MM, Margarita C-MM, Angélica R-G, Rubén J-A. Chemical Composition andIn vivoAnti-inflammatory Activity ofBursera morelensisRamírez Essential Oil. J Essent Oil-Bear Plants 2014;17:758–68.
  14. Sánchez-Hernández GR, Villa-Ruano N, Rubio-Rosas E, Zarate-Reyes JA, Cruz-Durán R, Lozoya-Gloria E. Chemical constituents and anti-fungal activity of the essential oils from Lantana hirta and Croton ciliatoglandulifer. Rev Latinoam Quím 2018;46:17–24.
  15. Chalchat JC, Chiron F, Garry RP, Lacoste J, Sautou V. Photochemical Hydroperoxidation of Terpenes. Antimicrobial Activity of α-Pinene, β-Pinene and Limonene Hydroperoxides. J Essent Oil Res 2000;12:125–34.
  16. Rettberg N. y Cols. Bugging Hop Analysis – on the Isomerization and Oxidation of Terpene Alcohols during Steam Distillation. BrewingScience. 2012.
  17. Jeleń HH, Gracka A. Analysis of black pepper volatiles by solid phase microextraction–gas chromatography: A comparison of terpenes profiles with hydrodistillation. J Chromatogr A 2015;1418:200–9.
  18. Ferber SG, Namdar D, Hen-Shoval D, Eger G, Koltai H, Shoval G, et al. The “entourage effect”: Terpenes coupled with cannabinoids for the treatment of mood disorders and anxiety disorders. Curr Neuropharmacol 2020;18:87–96.
  19. Meehan-Atrash J, Luo W, Strongin RM. Toxicant formation in dabbing: The terpene story. ACS Omega 2017;2:6112–7.
  20. Audrain H, Kenward C, Lovell CR, Green C, Ormerod AD, Sansom J, et al. Allergy to oxidized limonene and linalool is frequent in the U.K. Br J Dermatol 2014;171:292–7.
Anterior Descubra os benefícios da vitamina E para a pele! Próximo Constipação: Causas e tratamento
Artigo científico
O. Felipe L, L. Bicas J. Terpenos, aromas e a química dos compostos naturais. Quím Nova Na Esc 2017;39.
Ir para a fonte
Artigo científico
De Martino L, Nazzaro F, Mancini E, De Feo V. Essential oils from Mediterranean aromatic plants. The Mediterranean Diet, Elsevier; 2015, p. 649–61.
Ir para a fonte
Artigo científico
Fahlbusch K-G, Hammerschmidt F-J, Panten J, Pickenhagen W, Schatkowski D, Bauer K, et al. Flavors and Fragrances. Ullmann’s Encyclopedia of Industrial Chemistry 2003.
Ir para a fonte
Artigo científico
Behr A, Johnen L. Myrcene as a natural base chemical in sustainable chemistry: a critical review. ChemSusChem 2009;2:1072–95.
Ir para a fonte
Estudo in vitro
Rufino AT, Ribeiro M, Sousa C, Judas F, Salgueiro L, Cavaleiro C, et al. Evaluation of the anti-inflammatory, anti-catabolic and pro-anabolic effects of E-caryophyllene, myrcene and limonene in a cell model of osteoarthritis. Eur J Pharmacol 2015;750:141–50.
Ir para a fonte
Estudo em ratos
Islam AUS, Hellman B, Nyberg F, Amir N, Jayaraj RL, Petroianu G, et al. Myrcene attenuates renal inflammation and oxidative stress in the adrenalectomized rat model. Molecules 2020;25.
Ir para a fonte
Estudo in vitro
do Vale TG, Furtado EC, Santos JG Jr, Viana GSB. Central effects of citral, myrcene and limonene, constituents of essential oil chemotypes from Lippia alba (Mill.) n.e. Brown. Phytomedicine 2002;9:709–14.
Ir para a fonte
Estudo in vitro
Chalchat JC, Chiron F, Garry RP, Lacoste J, Sautou V. Photochemical Hydroperoxidation of Terpenes. Antimicrobial Activity of α-Pinene, β-Pinene and Limonene Hydroperoxides. J Essent Oil Res 2000;12:125–34.
Ir para a fonte
Estudo in vitro
Rufino AT, Ribeiro M, Judas F, Salgueiro L, Lopes MC, Cavaleiro C, et al. Anti-inflammatory and chondroprotective activity of (+)-α-pinene: structural and enantiomeric selectivity. J Nat Prod 2014;77:264–9.
Ir para a fonte
Estudo in vitro
Yang Z, Teng Y, Wang H, Hou H. Enhancement of skin permeation of bufalin by limonene via reservoir type transdermal patch: formulation design and biopharmaceutical evaluation. Int J Pharm 2013;447:231–40.
Ir para a fonte
Artigo científico
Dobetsberger C, Buchbauer G. Actions of essential oils on the central nervous system: An updated review: Essential oil effects on the CNS. Flavour Fragr J 2011;26:300–16.
Ir para a fonte
Estudo in vitro
Flores PIG, Valenzuela RB, Ruiz LD, López CM, Cháirez FE. ANTIBACTERIAL ACTIVITY OF FIVE TERPENOID COMPOUNDS: CARVACROL, LIMONENE, LINALOOL, α-TERPINENE AND THYMOL. Trop subtrop agroecosystems 2019;22.
Ir para a fonte
Estudo in vitro
Alina C-MC, Rocío R-L, Aurelio R-MM, Margarita C-MM, Angélica R-G, Rubén J-A. Chemical Composition andIn vivoAnti-inflammatory Activity ofBursera morelensisRamírez Essential Oil. J Essent Oil-Bear Plants 2014;17:758–68.
Ir para a fonte
Estudo in vitro
Sánchez-Hernández GR, Villa-Ruano N, Rubio-Rosas E, Zarate-Reyes JA, Cruz-Durán R, Lozoya-Gloria E. Chemical constituents and anti-fungal activity of the essential oils from Lantana hirta and Croton ciliatoglandulifer. Rev Latinoam Quím 2018;46:17–24.
Ir para a fonte
Artigo científico
Chalchat JC, Chiron F, Garry RP, Lacoste J, Sautou V. Photochemical Hydroperoxidation of Terpenes. Antimicrobial Activity of α-Pinene, β-Pinene and Limonene Hydroperoxides. J Essent Oil Res 2000;12:125–34.
Ir para a fonte
Artigo científico
Rettberg N. y Cols. Bugging Hop Analysis – on the Isomerization and Oxidation of Terpene Alcohols during Steam Distillation. BrewingScience. 2012.
Ir para a fonte
Estudo in vitro
Jeleń HH, Gracka A. Analysis of black pepper volatiles by solid phase microextraction–gas chromatography: A comparison of terpenes profiles with hydrodistillation. J Chromatogr A 2015;1418:200–9.
Ir para a fonte
Artigo científico
Ferber SG, Namdar D, Hen-Shoval D, Eger G, Koltai H, Shoval G, et al. The “entourage effect”: Terpenes coupled with cannabinoids for the treatment of mood disorders and anxiety disorders. Curr Neuropharmacol 2020;18:87–96.
Ir para a fonte
Artigo científico
Meehan-Atrash J, Luo W, Strongin RM. Toxicant formation in dabbing: The terpene story. ACS Omega 2017;2:6112–7.
Ir para a fonte
Artigo científico
Audrain H, Kenward C, Lovell CR, Green C, Ormerod AD, Sansom J, et al. Allergy to oxidized limonene and linalool is frequent in the U.K. Br J Dermatol 2014;171:292–7.
Ir para a fonte