Prisão de ventre: causas mais comuns deste incômodo

prisão de ventre causas

Certamente você nunca imaginou que alguns medicamentos, como o antidepressivo, podem trazer efeitos como o desconforto estomacal e a prisão de ventre, causas decorrentes da ação deste medicamento no sistema digestivo (1). Mas não é só isso! Alguns hábitos podem fazer com que o trânsito intestinal fique mais lento.

Existe uma infinidade de causas para a prisão de ventre. A maioria delas é relacionada ao modo de vida, que nem sempre é tão saudável. Por isso, a mudança na dieta, os exercícios físicos e o uso de probióticos podem ser a solução para a constipação. E é justamente sobre isso que falaremos agora. Se quiser saber mais sobre a prisão de ventre, suas causas e como evitá-la, fique com a gente!

Pontos-chave

  • A constipação não é, em si, uma doença. Mas é um sintoma muito desconfortável que pode esconder desde os maus hábitos alimentares e a falta de atividades físicas até uma enfermidade mais séria.
  • Infelizmente, o uso de alguns medicamentos, a baixa ingestão de líquidos e o sedentarismo podem potencializar os fatores de risco de sofrer com a prisão de ventre.
  • Se você convive com episódios de intestino preso, vale investir em um bom probiótico, com dosagem segura. Nossa recomendação são os probióticos lipossomais da Sundt Nutrition. Certamente, você vai gostar!

Tudo o que você precisa saber sobre as causas da prisão de ventre

A constipação é uma doença? O que fazer se ocorre com frequência? Se você tem essas dúvidas, saiba que não está sozinho! Por isso, nesta seção vamos responder estas e outras perguntas a respeito da prisão de ventre e suas causas. Siga com atenção!

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A constipação não é uma enfermidade, mas pode ser o sintoma de algumas doenças mais sérias. (Fonte: Davydov: 118054051/ 123rf.com)

O que é a constipação e quais suas causas?

A prisão de ventre pode ser definida pela ocorrência de menos de três evacuações por semana. As fezes ficam mais secas e duras, dificultando a evacuação. O diagnóstico de constipação é direcionado pelos seguintes fatores (2, 3, 4):

  • Evacuação semanal. Se a frequência de idas ao banheiro é inferior a três vezes por semana, é indício de constipação;
  • Tipo de fezes. As fezes são grandes e secas. Além disso, costumam ficar endurecidas e compactadas;
  • Dor ou dificuldade. É preciso fazer muita força e sente dor ao evacuar.

Há muitos motivos que podem levar à constipação crônica. Para esclarecer, vamos tratar sobre alguns deles na sequência:

Mudanças na rotina

A normalidade dos movimentos intestinais dependem de uma contração regular e rítmica. Assim, quando a rotina se altera drasticamente, este “relógio” interno pode se desequilibrar e interferir no funcionamento do intestino.

Dieta pobre em fibras

Como a fibra não pe diregível, ela ajuda a aumentar o volume das fezes. Com isso, fica mais fácil empurrá-las ao longo do trato digestivo. Há dois tipos de fibras:

  • Fibra solúvel: presente em legumes, frutas e verduras, ajuda a suavizar las fezes;
  • Fibra insolúvel: está em cereais integrais e seus derivados, como o pão integral. Ajuda a dar volume às fezes.
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Consumir 30 gramas de fibra por dia ajuda na regularização do trânsito intestinal. (Fonte: Hofacker: 40034198/ 123rf.com)

Baixo consumo de água

A fibra só tem efeito positivo quando acompanhada por muita água. Uma dieta rica em fibras com baixo consumo de líquidos pode agravar os episódios de prisão de ventre.

Falta de exercício

Quem leva um estilo de vida sedentário — ou tem mobilidade reduzida — está mais propenso a sofrer com a constipação ocasional. A falta de movimentação é uma das causas da prisão de ventre.

Ignorar a vontade de “ir ao banheiro”

Adiar as idas ao banheiro vai fazer com que o cólon retire mais água das fezes. Com isso, o bolo fecal ficará ainda mais seco e difícil de eliminar.

Medicamentos

Alguns medicamentos, como os antidepressivos, anti hipertensivos e anti-ácidos retardam o fluxo intestinal.

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Durante a gestação, a ação hormonal e a pressão do útero podem levar à prisão de ventre. (Fonte: Ungur: 38216413/ 123rf.com)

Gestação

Durante a gravidez, seja pela ação dos hormônios ou pela pressão que o útero em crescimento exerce sobre os intestinos, é comum que a gestante passe por momentos de constipação.

Idade avançada

A prisão de ventre é muito comum entre os idosos. Isto pode ter várias causas, como a redução dos movimentos e o uso contínuo de determinados medicamentos.

Internação

A necessidade de hospitalização e repouso podem ser causas de prisão de ventre. Em geral, basta um tratamento com laxantes para reverter a situação.

A causa da prisão de ventre pode ser outras doenças?

Sim, a constipação pode ser o sintoma de alguma patologia mais séria. Por isso, é fundamental contar com acompanhamento médico em caso de persistência. Na tabela a seguir, mostramos algumas das doenças que podem ter este sintoma (4, 5):

ProblemaSintomas
Trânsito lentoAlgumas pessoas têm, naturalmente, o trânsito intestinal mais lento. Esse grupo tem mais probabilidade de sofrem constipação com pequenas mudanças na rotina
Fissura analLacerações no revestimento da mucosa anal podem levar à resistência à evacuação por medo da dor
ObstruçãoHemorroidas ou prolapso retal podem causar a obstrução parcial do reto ou do ânus, dificultando a evacuação
HérniaA presença de hérnia abdominal pode afetar a passagem dos gases e fezes pelo intestino
Cirurgia abdominal ou ginecológicaDesde a mudança na rotina quanto os cuidados e medicamentos no período pós-operatório podem ser a causa de prisão de ventre
Síndrome do intestino irritávelO transtorno é caracterizado por dor e distensão abdominal, com constipação ou diarreia
Problemas do sistema endócrinoO hipotiroidismo e o diabetes podem levar à prisão de ventre
TumorDistúrbios nessa região podem ser sintoma de câncer de reto
Enfermidades do sistema nervoso centralA esclerose múltipla, o Parkinson ou os acidentes vasculares estão associados a maior suscetibilidade à constipação

Quais fatores causam a prisão de ventre?

Existem diversos fatores, alguns ambientais, que podem ser relacionados com o risco de desenvolver constipação crônica. Se você ainda não sabe quais são eles, confira a lista que preparamos abaixo (2, 7, 8):

  • Ser mulher;
  • Beber menos de quatro copos de água por dia;
  • Ser idoso;
  • Dieta pobre em fibras;
  • Comer depressa e fora de casa com frequência;
  • Sedentarismo;
  • Consumo contínuo de fármacos (como remédios contra insônia, hipertensão e antidepressivos;
  • Depressão ou transtornos alimentares.

Qual a dose recomendada de fibras para evitar a constipação?

A fibra é um nutriente básico, fundamental para regular o trânsito intestinal e manter o ecossistema da flora bacteriana. As recomendações diárias de ingestão estão descritas na tabela a seguir (8, 9):

Idade ou condiçãoMulheresHomens
0-1 anosNão determinadoNão determinado
1-3 anos19 gramas/dia19 gramas/dia
4-8 anos25 gramas/dia25 gramas/dia
9-13 anos26 gramas/dia31 gramas/dia
14-18 anos36 gramas/dia38 gramas/dia
19-30 anos25 gramas/dia38 gramas/dia
31-50 anos25 gramas/dia38 gramas/dia
51-70 anos21 gramas/dia30 gramas/dia
+ 70 anos21 gramas/dia30 gramas/dia
Gestação28 gramas/dia
Lactância29 gramas/dia

Combatendo as causas da prisão de ventre

Como dissemos, a prisão de ventre é um sintoma e não uma doença. Portanto, para prevenir há medidas simples que já trarão muitos benefícios. Modificar hábitos alimentares e recorrer a probióticos lipossomais são atitudes eficazes!

Dieta equilibrada

Para prevenir a constipação é importante que você não ignore quando o corpo der sinal de que é hora de ir ao banheiro. Além disso, seguir uma dieta regular e saudável vai ser uma mudança significativa. Para começar, veja como pode ser sua nova rotina (7, 8, 9, 10):

  • Café da manhã. Inclua fibra, proteínas (incorporando probióticos, como o iogurte) e muito líquido;
  • Almoço. Saladas e pratos com legumes como entrada. Depois carne ou peixes para completar a refeição;
  • Jantar. Procure comer o mais cedo possível, com um cardápio semelhante ao do café da manhã;
  • Consumo diário de fibra. Inclua alimentos ricos em fibras nos lanches, como frutas, verduras e legumes. Para quem não sofre com sobrepeso ou diabetes, as frutas secas podem ser uma boa alternativa;
  • Reduzir gordura animal. Evite produtos industrializados e processados, manteiga e margarina;
  • Aumentar a ingestão de líquidos. Em geral, o aconselhável é beber entre 1,5 e 2,5 litros por dia, de acordo com o seu peso e altura;
  • Carnes e peixes grelhados. Assim, você evita as frituras. Os cozidos também são bem vindos;
  • Consumir probióticos. Micro-organismos como as bifidobactérias facilitam o trânsito intestinal. Por isso são tão importantes;
  • Abandonar o tabagismo e o álcool. Deixar esses hábitos melhoram o funcionamento intestinal. No caso do álcool, você pode consumir um cálice de vinho na hora do almoço;
  • Praticar exercícios físicos. É importante manter-se em movimento ao longo do ida. Mesmo os exercícios de baixo impacto, como o pilates, podem ajudar o funcionamento do intestino.
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Manter a dieta equilibrada é indispensável. (Fonte: Veselova: 94521835/ 123rf.com)

Probióticos lipossomais

Os probióticos são micro-organismos capazes de garantir uma série de benefícios à flora intestinal. Com a suplementação você nunca mais irá sofrer com a prisão de ventre! Para isso, porém, é especialmente recomendado o uso de um probiótico lipossomal. Já ouviu falar? Se não, não tem problema. Vamos conhecê-lo agora mesmo (11, 12, 13, 14):

O que são lipossomas?

As lipossomas são uma espécie de “bolha” com estrutura muito semelhante à membrana celular. Sua formulação facilita o encapsulamento e melhoram a biodisponibilidade dos nutrientes.

O que é a biodisponibilidade?

Biodisponibilidade é o critério que determina a porcentagem de um determinado nutriente que chega intacto ao organismo. No caso das formulações lipossomais, a substância encapsulada é preservada durante a passagem pelo estômago!

Por que os probióticos lipossomais são mais eficazes?

A eficácia destes produtos se dá pelo fato de conseguirem “viajar” pelo organismo protegidos pelas lipossomas. Esta tecnologia inovadora permite aproveitar todos os benefícios de cada nutriente — neste caso, dos probióticos. Além de tudo, eles têm uma relação custo-benefício muito superior à dos probióticos convencionais.

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Os probióticos como as bifidobactérias facilitam o trânsito intestinal, daí sua importância. (Fuente: Bajramovic: 81263918/ 123rf.com)

Por que os probióticos lipossomais são mais econômicos?

Para afirmar isso, é preciso considerar não apenas o preço do produto na loja, mas sim a relação custo-benefício dos suplementos lipossomais da Sundt Nutrition. Ao conferir maior disponibilidade, esta formulação leva a dosagem ideal, de forma segura e rápida, para o organismo.

Nossa conclusão

A constipação não é uma enfermidade, mas nem por isso deixa de ser um incômodo. Por este motivo, preparamos um material completo, tratando sobre a prisão de ventre, causas e formas de evitá-la. De forma geral, percebemos que, com pequenas mudanças de costumes, é possível ficar livre deste desconforto.

Se a sua vida é muito atarefada e preparar um cardápio balanceado todos os dias pode ser custoso, por que não lançar mão da tecnologia e adotar o uso dos probióticos lipossomais da Sundt Nutrition? Além de ser mais econômica, você terá em mãos uma suplementação inovadora e eficaz. A sua qualidade de vida vai se transformar!

Gostou deste material? Então aproveite para compartilhar com seus amigos e convidá-los para conhecer mais conteúdos como este. Se tiver qualquer duvida, basta enviar um comentário. Um abraço!

(Fonte da imagem destacada: Grinvalds: 93327251/ 123rf.com)

References (14)

1. Constipation. Mayo Clinic. Disponível online
Source

2. Gastrointestinal tract and your health. LibreTexts; Medicine. Disponível online
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3. constipation. National Health Service – NHS. United Kingdom
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4. Constipation. Department of Health and Human Services, Government of the State of Victoria, Australia. Disponível online
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5. American Gastroenterological Association Technical Review on Constipation. ADIL E. BHARUCHA, JOHN H. PEMBERTON, G. RICHARD LOCKE, III Gastroenterology. PMC 2014. Publicado em sua edição final como: Gastroenterology. 2013 Jan; 144 (1): 218–238. doi: 10.1053 / j.gastro.2012.10.028 PMCID: PMC3531555. Disponível online
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6. Some risk factors for chronic functional constipation identified in a Romanian pediatric population sample. Claudia Olaru, Smaranda Diaconescu, Laura Trandafir, Nicoleta Gimiga, Gabriela Stefanescu, Gabriela Ciubotariu y Marin Burlea. doi: 10.1155 / 2016/3989721. Disponível online
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7. Estreñimiento. Asociación Española de Gastroenterología. Fermín Mearin, Agustín Balboa, Miguel A. Montoro. Instituto de Trastornos Funcionales y Motores Digestivos, Servicio de Aparato Digestivo. Centro Médico Teknon. Barcelona. Unidad de Gastroenterología del Hospital de San Jorge. Huesca. Disponível online
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8. Guía para prevenir y tratar el estreñimiento. Fundación Española del Aparato Digestivo (FEAD). Dra. Amparo Escudero Sanchís, Dr. Miguel Bixquert Jiménez. Servicio de Digestivo del Hospital Arnau de Vilanova de Valencia. Área docente de Digestivo da Faculdade de Medicina da Universidade de Valência
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9. La fibra en la alimentación. Ámbito hospitalario. Pilar García Peris. Unidad de Nutrición Clínica y Dietética Hospital General Univesitario Gregorio Marañón. Madrid. Publicação reconhecida pela Sociedade Espanhola de Nutrição Clínica e Metabolismo (SENPE). Disponível online
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10. Burgos Pelaéz R. Estreñimiento [Internet]. Saludigestivo. Disponível online
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11. Mechanisms of action of probiotics and the gastrointestinal microbiota on intestinal motility and constipation. Eirini Dimidi, Stephanos Christodoulides, S Mark Scott, Kevin Whelan Adv Nutr. 2017 May; 8 (3): 484–494. Publicado online em Maio, 2017 doi: 10.3945 / an.116.014407 PMCID: PMC5421123. Disponível online
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12. Encapsulation of probiotics: insights in academic and industrial approaches Fernanda B Haffner, Roudayna Diab * and Andreea Pasc SRSMC UMR 7565, Université de Lorraine, CNRS, Bd des Aiguillettes – BP 70239 F -54506 Vandœuvre- lès – Nancy, France. Disponível online
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13. Structural stability and viability of microencapsulated probiotic bacteria: a review. Rocío I. Corona – Hernández Emilio Álvarez – Jaime Lizardi Grill – Mendoza Alma R. Islas – Rubio Laura. A. de la Rosa Abraham Wall – Medrano. doi.org/10.1111/1541-4337.12030. Disponível online
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14. Liposomal-encapsulated Ascorbic Acid: Influence on Vitamin C Bioavailability and Capacity to Protect Against Ischemia–Reperfusion Injury. Janelle L. Davis, Hunter L. Paris, Joseph W. Beals, Scott E. Binns, Gregory R. Giordano, Rebecca L. Scalzo, Melani M. Schweder, Emek Blair and Christopher Bell. Journal ListNutr Metab Insightsv.9; 2016PMC4915787. Disponível online
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