Magnésio: para que serve este mineral?

Imagem de pessoas fazendo yoga

O magnésio é um mineral essencial para o organismo, pois tem influência sobre o funcionamento normal de órgãos e células. Este nutriente, que é o quarto mineral mais abundante no corpo humano, é o ativador de mais de 600 enzimas e tem papel fundamental na síntese do RNA e do DNA (1).

Existem muitos alimentos que contêm magnésio, mas a realidade é que os hábitos alimentares seguidos nos últimos tempos não ajudam na manutenção dos níveis deste mineral. A boa notícia é que atualmente se pode contar com os suplementos lipossomais de magnésio. Para saber mais sobre eles, fique conosco nas próximas linhas. Vamos revelar as virtudes deste importante mineral para a saúde.

Pontos-chave

  • Neste artigo, mostramos a importância do magnésio para os seres humanos. Trata-se de um nutriente essencial que não é produzido pelo organismos e que, em doses abaixo do ideal, pode causar desde arritmias cardíacas a depressão, entre outras enfermidades.
  • Os suplementos nutricionais desempenham um papel crucial quando não é possível obter o nutriente nas quantidades recomendadas.

Tudo o que você precisa saber sobre o magnésio

O magnésio — ou Mg — pode ser encontrado em muitos alimentos. No entanto, o ritmo intenso de vida de muitas pessoas impede o consumo deste mineral.

Neste sentido, os produtos de suplementação oferecem importantes novidades para integrar este nutriente à sua rotina diária. O magnésio, é bom lembrar, também é um eletrólito. Nesta seção, vamos responder a todas suas dúvidas sobre este mineral.

mulher loira praticando yoga em casa
O magnésio está envolvido na formação da massa óssea. Ela também desempenha um papel fundamental nos ossos, membranas celulares e cromossomos. (Fonte: Yoga: IVf7hm88zxY/ Unsplash.com)

Quais as funções do magnésio no organismo?

O magnésio é muito mais importante do que pode parecer, já que é um auxiliar na fabricação de uma infinidade de enzimas. Além disso, o mineral cumpre ainda as seguintes funções:

  • Regula o funcionamento do sistema nervoso e dos músculos;
  • Ajuda na síntese de proteínas;
  • Está envolvido no metabolismo energético e ajuda a manter o açúcar no sangue em níveis saudáveis;
  • Regula a pressão arterial;
  • Intervém na formação de massa óssea. Além disso, desempenha papel fundamental nos ossos, nas membranas celulares e nos cromossomos (2).

O que é o magnésio e quanto consumir diariamente?

O magnésio é um nutriente indispensável para que o organismo se mantenha saudável. Ele é importante para o sistema imunológico e para muitos processos no corpo, incluindo os níveis de açúcar no sangue e a pressão arterial.

Este mineral também responde pela produção de proteínas e massa óssea e a regulação das funções muscular e nervosa. Para tanto, é preciso que ele seja consumido dentro das doses recomendadas. E quais são elas? Confira na tabela a seguir (3):

Magnésio IDR (Ingestão Diária Recomendada)
Etapa da vida Idade Mulheres (mg/dia) Homens
(mg/dia)
Bebês 0-6 meses 30 (IDR*) 30 (IDR)
Bebês 7-12 meses 75 (IDR) 75 (IDR)
Crianças 1-3 anos 80 80
Crianças 4-8 anos 130 130
Crianças 9-13 anos 240 240
Adolescentes 14-18 anos 360 410
Adultos 19-30 anos 310 400
Adultos acima de 31 anos 320 420
Grávidas até 18 anos 400
Grávidas 19-30 anos 350
Grávidas acima de 31 anos 360
Lactantes até 18 anos 360
Lactantes 19-30 anos 310
Lactantes acima de 31 anos 320

*(IDR) Ingestão Diária Recomendada

O magnésio é um eletrólito essencial para os organismos vivos. Isso significa que trata-se de um mineral que possui carga elétrica e que está presente no sangue e em outros fluídos corporais.

A maior parte do magnésio do corpo humano está concentrada nos ossos e não no sangue. Isso ocorre porque ele é necessário para formar músculos, ossos, dentes e nervos.

Quais alimentos são ricos em magnésio?

Alimento Magnésio por 100 gramas
Semente de girassol 387 mg
Avelã e amêndoa (sem casca) 258 mg
Soja em grãos 240 mg
Grão de bico e feijão 160 mg
Trigo (grão inteiro) 147 mg
Lula e outros frutos do mar 139 mg
Chocolate  100 mg

As pesquisas médicas confirmam que quase dois terços da população ocidental não consome a quantidade diária recomendada de magnésio. É sempre importante ter em mente que a deficiência deste macronutriente pode gerar muitos problemas de saúde (5).

Como o déficit de magnésio pode afetar a saúde?

Para o correto funcionamento do organismo, é crucial o consumo regular de magnésio nas quantidades recomendadas. Quando isso não é possível, a suplementação pode ajudar a evitar as consequências da carência do magnésio, desde que seguidas as orientações médicas (5):

  • Síndrome metabólica. É um grupo de fatores de risco  (obesidade, diabetes e hipertensão) que pode implicar em um acidente vascular cerebral, diabetes ou enfermidade cardíaca;
  • Diabetes. Na diabetes tipo 2, os níveis mais baixos de magnésio podem estar associados a um rápida queda na função renal (5, 7);
  • Asma. O sulfato de magnésio tem se mostrado capaz de melhorar os sintomas das crises de asma em tratamentos experimentais (5);
  • Dores de cabeça e enxaquecas. Existem estudos que demonstram que a suplementação com magnésio via oral pode reduzir a frequência, a duração e a intensidade dos episódios de enxaqueca em 41% em comparação com o placebo, em que ouve redução de 15,8% (5, 6);
  • Hiperlipidemia. Condição que se refere ao incremento de gordura no sangue, que pode ser desencadeado pelo aumento nos níveis de colesterol;
  • Cálculos renais. Ainda é necessário pesquisas mais aprofundadas, mas os estudos atuais mostram que o magnésio pode diminuir o risco de formação de pedras nos rins (7, 10);
  • Depressão. Uma revisão sistemática recente sobre a relação entre quadros depressivos e o magnésio sugere que a suplementação com o mineral pode prevenir a depressão e ser útil como terapia complementar (5, 8);
  • Arritmias cardíacas. O magnésio é considerado um tratamento seguro e eficaz em situações de fibrilação auricular aguda (5, 9). Além disso, foi comprovada a sua ação no funcionamento correto dos vasos sanguíneos e do coração;
  • Cataratas. A suplementação com magnésio pode ter valor terapêutico na prevenção e na progressão de catarata em condições associadas à deficiência do mineral.
Imagem de nozes sobre um fundo verde
O magnésio é naturalmente encontrado em vegetais de folhas verdes escuras, mas também há alimentos que contêm este macromineral, geralmente de origem vegetal. (Fonte: Winkler: GVSoYw28A8k/ Unsplash.com)

O magnésio pode ajudar contra o hábito de fumar?

Certamente você nunca imaginou que o magnésio poderia ser um inibidor do tabagismo… Mas sim, ele pode ajudar a reduzir o consumo de cigarros. Isso ocorre porque é natural, para o fumante, aumentar o uso em situações de estresse.

Neste sentido, estudos clínicos (11) demonstraram que a ingestão de Mg durante quatro semanas em adultos fumantes resultou na diminuição significativa do número de cigarros consumidos.

Se considerarmos que as situações de tensão podem favorecer a perda de magnésio, esta constatação mostra que o magnésio pode ser útil como terapia auxiliar para deixar de fumar.

Qual o suplemento de magnésio mais eficaz para evitar a deficiência do mineral?

A suplementação de magnésio contra a carência do mineral é benéfica na maioria dos casos. Na prática clínica, otimizar os níveis de magnésio por meio de dieta e suplementação se mostra uma terapia segura, útil e bem documentada (12).

É possível encontrar muitos tipos de suplementos de magnésio no mercado. No entanto, vamos focar nossa atenção nas fórmulas lipossomais — uma verdadeira “revolução” médica, que otimiza a absorção de nutrientes e minerais.

Para garantir uma suplementação saudável e segura, a marca Sundt é, certamente, a mais adequada para manter os níveis recomendados de magnésio no seu organismo.

Como as fórmulas com lipossomas melhoram a absorção do magnésio?

Uma das principais características de destaque das fórmulas lipossomais comercializadas pela Sundt é a sua biodisponibilidade. Esse fator diz respeito à proporção de nutrientes que chegam ao organismos prontos para atuar.

De modo geral, pode-se dizer que, quanto maior a absorção, maior a biodisponibilidade de um nutriente. Há ainda outras características benéficas destas fórmulas, conforme mostramos na sequência:

  • Avaliadas cientificamente. As investigações médicas descobriram que as fórmulas lipossomais pode ser usadas para proteger e transportar não apenas fármacos, mas também nutrientes e substâncias vitais, como o magnésio;
  • Baseadas em lipossomas. A indústria farmacêutica utiliza os lipossomas há décadas para ter sucesso na absorção específica de ingredientes ativos. Esse processo é denominado de “focalização de fármacos”;
  • Aumento da biodisponibilidade. As pesquisas e estudos médicos e nutricionais corroboram que os lipossomas aumentam a biodisponibilidade dos ativos em até 30 vezes! Assim, garantem a efetividade da suplementação;
  • Mais rendimento. Ao aumentar a biodisponibilidade dos suplementos, é possível satisfazer de forma mais efetiva as necessidades diárias de certos nutrientes pelo organismo. Neste sentido, a relação custo-benefício das fórmulas lipossomais é indiscutível;
  • Otimização do transporte até a corrente sanguínea. Sabe por que? Pois as substâncias ativas conseguem se locomover mais rapidamente e em um grau muito maior do que ocorre nas fórmulas clássicas. Prova disso é a constatação científica de que o consumo de vitamina C encapsulada em lipossomas é capaz de aumentar as reservas do nutriente de forma mais eficaz do que nas fórmulas convencionais, não lipossomais (13).
A cosa serve il Magnesio
O magnésio é um mineral essencial para o organismo, já que está envolvido no funcionamento normal dos órgãos e células. (Fonte: Foodism360: axDXGOF_lJY/ Unsplash.com)

Conclusão

As fórmulas lipossomais ainda são consideradas uma novidade no segmento da suplementação nutricional, mas já tem eficácia demonstrada no transporte dos nutrientes pela corrente sanguínea. Assim, um suplemento encapsulado em lipossomas pode transportar, com muito mais facilidade, as vitaminas, minerais e micronutrientes, como o magnésio.

A Sundt se destaca por combinar ingredientes de alta qualidade com a tecnologia lipossomal em produtos únicos. Para potencializar ainda mais os efeitos do magnésio, a Sundt incorpora à fórmula uma combinação de zinco, selênio, cromo e taurina. Além disso, os produtos são livres de açúcar glúten e totalmente veganos. Certamente, você vai se encantar por eles!

Se você gostou de saber mais a respeito do magnésio e suas funcionalidades, e conhecer os produtos Sundt para suplementação segura e eficaz, deixe-nos um comentário e compartilhe este material com seus amigos.

References (13)

1. Mohammed S. Razzaque. Magnesium: Are We Consuming Enough? Nutrients. 2018 Dez; 10(12)
Source

2. Rude RK, Shils ME. Magnesium. In: Shils ME, Shike M, Ross AC, Caballero B, Cousins RJ, eds. Modern Nutrition in Health and Disease. 10th ed. Baltimore: Lippincott Williams & Wilkins; 2006:223-247.
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3. Institute of Medicine (IOM). Food and Nutrition Board. Dietary Reference Intakes: Calcium, Phosphorus, Magnesium, Vitamin D, and Fluoride external link disclaimer. Washington, DC: National Academy Press, 1997.
Source

4. J Mataix, (ed): Tablas de composición de alimentos. Universidad de Granada, 1993.
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5. The Importance of Magnesium in Clinical Healthcare. Gerry K. and Stephen J. Genuis.
Source

6. Peikert A., Wilimzig C., Köhne-Volland R. Prophylaxis of migraine with oral magnesium: results from a prospective, multi-center, placebo-controlled and double-blind randomized study. Cephalalgia. 1996;16(4):257–263. doi: 10.1046/j.1468-2982.1996.1604257.x.
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7. Pham P.-C. T., Pham P.-M. T., Pham P.-A. T., et al. Lower serum magnesium levels are associated with more rapid decline of renal function in patients with diabetes mellitus type 2. Clinical Nephrology. 2005;63(6):429–436. doi: 10.5414/CNP63429.
Source

8. Derom M.-L., Sayón-Orea C., Martínez-Ortega J. M., Martínez-González M. A. Magnesium and depression: a systematic review. Nutritional Neuroscience. 2013;16(5):191–206. doi: 10.1179/1476830512y.0000000044.
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9. Onalan O., Crystal E., Daoulah A., Lau C., Crystal A., Lashevsky I. Meta-analysis of magnesium therapy for the acute management of rapid atrial fibrillation. The American Journal of Cardiology. 2007;99(12):1726–1732.
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10. Ettinger B., Pak C. Y. C., Citron J. T., Thomas C., Adams-Huet B., Vangessel A. Potassium-magnesium citrate is an effective prophylaxis against recurrent calcium oxalate nephrolithiasis. Journal of Urology. 1997;158(6):2069–2073. doi: 10.1016/S0022-5347(01)68155-2.
Source

11. Nechifor M. Magnesium and zinc involvement in tobacco addiction. Journal of Addiction Research & Therapy. 2012;(supplement 2):1–5. doi: 10.4172/2155-6105.S2-005.
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12. Magnesium in Prevention and Therapy by Uwe Gröber,Joachim Schmidt and Klaus Kisters. Academy of Micronutrient Medicine, Essen 45130, Germany; Department of Internal Medicine I, St. Anna-Hospital, Herne 44649, Germany.
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13. Liposomal-encapsulated Ascorbic Acid: Influence on Vitamin C Bioavailability and Capacity to Protect Against Ischemia–Reperfusion Injury. Janelle L. Davis, Hunter L. Paris, Joseph W. Beals, Scott E. Binns, Gregory R. Giordano, Rebecca L. Scalzo, Melani M. Schweder, Emek Blair and Christopher Bell. Journal ListNutr Metab Insightsv.9; 2016PMC4915787
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Estudo
Mohammed S. Razzaque. Magnesium: Are We Consuming Enough? Nutrients. 2018 Dez; 10(12)
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Tabela científica
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Artigo
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Artigo científico
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