Falta de vitamina D: Sintomas, causas e tratamento

Garota fazendo ioga

Você sabe quais problemas a falta de vitamina D pode causar? Também chamada de calciferol, a “vitamina do sol” é essencial para manter os ossos fortes, porque contribui na absorção de cálcio. E essa vitamina não é fundamental apenas para os ossos, mas também para os dentes e para manter o sistema imunológico em dia.

Existem ainda outros problemas: a falta de vitamina D pode impactar também nos músculos, mas o pior de tudo é que os sintomas são quase imperceptíveis. Por isso, vamos nos aprofundar nos sinais que o corpo dá quando há falta de vitamina D, porque isso acontece e como prevenir e tratar essa carência.

Pontos-chave

  • A vitamina D é obtida através do sol, da alimentação e dos suplementos. No entanto, a maioria da população não recebe quantidade suficiente deste nutriente, fundamental para a saúde dos ossos.
  • A carência de vitamina D nem sempre é fácil de diagnosticar, pois os sintomas não são específicos. Se você não toma muito sol e não inclui na alimentação peixes gordurosos, provavelmente você vai apresentar um déficit desta vitamina.
  • O suplemento lipossomal é uma fórmula comprovada e eficaz para manter a dose adequada de vitamina D no organismo. Eles são avaliados cientificamente e você não vai querer outro quando provar!

Tudo sobre a falta de vitamina D

Com certeza você já sabe que quando sua pele é exposta ao sol, produz vitamina D. Então, basta ir à praia no verão? Não! É necessário tomar sol todos os dias do ano, embora também existam alimentos com este nutriente e também suplementos que evitam problemas de saúde.

Vamos observar abaixo as possíveis questões sobre esta vitamina tão importante.

Garota na praia
A vitamina D é obtida através do sol, da dieta e dos suplementos. (Fonte: Jackson: v53qmbo25fs / Unsplash.com)

Quais são os sintomas da deficiência de vitamina D?

Muitas vezes, a falta de vitamina D não provoca sintomas. Em outros casos, a manifestação deste déficit pode levar a manifestações não específicas, ou seja, que podem ser confundidas com outras condições, como a fibromialgia, a síndrome da fadiga crônica ou o envelhecimento normal. Por exemplo:

  • Dores “nos ossos”
  • Cansaço
  • Debilidade generalizada
  • Cãibras musculares
  • Dores de cabeça

O verdadeiro problema da falta de vitamina não está nos sintomas, mas sim na capacidade de causar problemas de saúde a longo prazo, como a osteoporose. Por isso ela é tão importante (1, 2)!

O que causa deficiência de vitamina D?

Alguns estudos vinculam a falta de vitamina D com um risco maior de tumores, doenças autoimunes, diabetes tipo 2, doenças cardíacas, hipertensão, entre outras (3). Estas hipóteses precisam ser comprovadas por estudos de maior validez. No entanto, já sabemos que, com o tempo, a falta de vitamina D pode provocar os seguintes problemas:

  • Raquitismo. Quando a falta de vitamina D afeta as crianças, seus ossos sofrem e ficam suscetíveis à quebras (4). Causa deformidades ósseas, atraso no crescimento, entre outros sinais.
  • Osteoporose e osteomalacia. Estas doenças podem surgir como consequência da falta de vitamina D nos adultos. O déficit nutricional pode fazer com que os ossos fiquem frágeis, quebradiços e até “moles”. Pode provocar dor e aumentar a probabilidade de fraturas (4).

Quais são as consequências da falta de vitamina D?

Está comprovado que este nutriente beneficia o esqueleto, previne fraturas e quedas (5). Mas não é só isso, as consequências da carência de vitamina D são, entre outras (6):

  • Risco de osteoporose a longo prazo. A falta de vitamina D aparece com frequência em pessoas idosas e especialmente entre os pacientes com osteoporose (2, 7).
  • Doenças respiratórias: A falta de vitamina D pode piorar o controle da asma e algumas infecções respiratórias.
  • Consequências adversas na gravidez. A falta de vitamina D pode provocar, por exemplo, parto prematuro e peso baixo do recém nascido.
  • Doenças cardiovasculares. Os valores baixos de vitamina D foram associados em alguns estudos a um maior risco de doenças cardíacas (5).
  • Diabetes Mellitus. A suplementação com vitamina D pode reduzir o risco de sofrer de diabetes tipo 1, mas esta descoberta ainda está sendo estudada (5).
  • Câncer. Alguns tipos de câncer são associados com o déficit de vitamina D, como de mama ou cólon, mas os resultados ainda não são definitivos (2, 5).
  • Doença mental. Alguns estudos científicos mostram que manter os níveis baixos de vitamina D pode favorecer o surgimento de depressão (5).
Mulher grávida com flores
As mães com deficiência de vitamina D podem passar essa carência ao bebê, aumentando o risco de que sofram de raquitismo. (Fonte: Mullins: y16sn3fcwiw / Unsplash.com)

Quem pode ter falta de vitamina D?

A vitamina D, como você já sabe, é produzida através da exposição ao sol ou obtida através de alimentos, além dos suplementos. Quem corre o risco de ter um déficit deste nutriente? Preste atenção na seguinte lista (1):

  • Pessoas com exposição inadequada ao sol. Porém, existem muitas variáveis que influenciam na sua eficácia, como a hora do dia, a estação, a latitude, a altitude, as roupas, o uso de protetor solar, a pigmentação e a idade. Além disso, a pele de pessoas idosas pode produzir até 75% a menos de vitamina D3 que as jovens.
  • Ingestão alimentar insuficiente. Com exceção dos peixes gordurosos, o conteúdo de vitamina D na maioria dos alimentos, incluindo produtos lácteos enriquecidos, é relativamente baixo. Os suplementos de vitamina D são seguros (8), mas a deficiência de vitamina D geralmente não é facilmente diagnosticada.

Qual é a dose diária recomendada de vitamina D?

A dose diária que você precisa vai depender da sua idade e características, mas a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomenda uma ingestão diária máxima de 5 mcg de vitamina D por dia (9).

Como saber se tenho deficiência de vitamina D?

Você pode descobrir se procurar seu médico e fazer um exame de sangue que determine a quantidade de vitamina D no seu organismo. As pessoas com maior risco de sofrer um déficit são as seguintes (1):

  • As pessoas com doenças que podem causar uma má absorção deste nutriente. Como por exemplo, os celíacos.
  • Exposição limitada ao sol. Idosos e crianças pequenas têm um maior risco, porque saem menos de casa e se expõem menos ao sol.
  • As pessoas com insuficiência renal. Se os seus rins funcionam mais, você pode ter problemas para manter a vitamina D dentro do limite saudável. Além disso, a deficiência desta vitamina pode agravar doenças renais.
  • Gravidez e amamentação. As mães com deficiência de vitamina D podem passar essa carência aos bebês, aumentando o risco de raquitismo (6).
  • Pessoas com problemas intestinais ou estomacais. Qualquer condição que afete o bem estar do trato intestinal pode piorar a absorção de vitamina D.
Mulher tomando banho de sol
Se você não toma muito sol e não inclui peixes gordurosos na sua alimentação, provavelmente vai apresentar um déficit de vitamina D. (Fonte: Om: 17415579/ 123rf.com)

Tratamento e prevenção da deficiência de vitamina D

A falta grave de vitamina D deve ser sempre tratada por um médico. No entanto, é possível garantir a prevenção tomando sol, mudando a alimentação ou utilizando suplementos nutricionais. Falando desses últimos, você conhece os suplementos lipossomais? São uma grande revolução!

Suplementos lipossomais

Vamos começar explicando o que são os lipossomas: pequenas vesículas formadas por fosfolipídios (moléculas com uma estrutura parecida a das membranas celulares) que permitem transportar a vitamina D de forma estável ao intestino para melhorar sua assimilação (10, 11).

Já existem evidências na área farmacêutica sobre a eficácia dos lipossomas quando você toma um medicamento, mas também foram demonstrados na área da suplementação (12). De fato, as pesquisas mostram o seguinte:

  • Mais biodisponibilidade. O formato lipossomal pode fornecer mais nutrientes “ativos” ao organismo do que a suplementação clássica (12).
  • Menos dores de estômago. Os estudos confirmam que as fórmulas lipossomais podem diminuir o risco de desconforto gastrointestinal (13), já que o nutriente fica isolado (encapsulado) e não pode afetar as paredes do trato gastrointestinal.
  • Custo-benefício dos suplementos lipossomais. Ao ter uma maior biodisponibilidade, a relação custo-benefício das fórmulas lipossomais é muito mais eficaz em comparação à outros tipos de suplementos.

Mudanças nos hábitos alimentares

A vitamina D está presente de forma natural nos peixes gordurosos e na gema do ovo, embora em quantidade moderada. Se você quer incrementar este nutriente no seu organismo, recomendamos mudar os hábitos alimentares. Na seguinte tabela, você pode ver alguns exemplos e quantidades de vitamina D nos alimentos (6):

AlimentoUI porçãoμg / porçãoPorcentagem Valor Diário
Salmão cozido (85 gramas)57014,2114
Peixe espada cozido (85 g)56614,1113
Óleo de fígado de bacalhau (uma colher de chá)45011,290
Sardinha enlatada com óleo escorrido (uma xícara)2887,258
Atum enlatado natural (85 g)681,714
Um ovo cozido (50 g)441,19
Fígado bovino, um filé (81 g)401,08

A vitamina D3 é a principal forma da vitamina D, que é encontrada naturalmente em alimentos e óleos de origem animal, bem como nos suplementos comerciais. A vitamina D2 (ergocalciferol), por sua vez, é encontrada naturalmente em algumas plantas e cogumelos, e é utilizada com menos frequência nos suplementos (6).

Não esqueça de tomar sol!

Você já sabe que tomar sol estimula a produção de vitamina D, mas quanto sol você deve tomar? E por que é tão importante tomar sol? Vamos te explicar abaixo, confira (14, 15)!

  • Importância do sol. A vitamina D produzida pelo sol tem uma função importante no aumento da absorção de cálcio e fósforo dos alimentos. Além disso, tem um papel importante no desenvolvimento dos ossos, na função imunológica e a formação de células sanguíneas.
  • Quanto tempo devo me expor ao sol? De cinco a quinze minutos de exposição nas mãos, rosto e braços, duas ou três vezes por semana durante os meses de verão. Mas, lembre-se de usar sempre o protetor solar.
  • Problemas da radiação solar. A produção de vitamina D pela pele quando você se expõe ao sol vai diminuindo com a idade. As mudanças de hábitos, como roupas ou atividades ao ar livre, são determinantes neste aspecto. A poluição também é um fator importante de quem sofre com o déficit de vitamina D. Outra questão, que você já deve saber, é que o sol acelera o envelhecimento e causa rugas, além de melanomas. Leve isso em consideração!

Conclusão

Você se sente cansado? Dor nos ossos? Se sim, faça com urgência um exame de sangue para comprovar que você tem a quantidade necessária de vitamina D no seu organismo. E se você quer prevenir uma deficiência, recomendamos que você utilize, com supervisão médica, os suplementos lipossomais Sundt Nutrition, uma fórmula de qualidade para obter a vitamina D que você precisa.

As fórmulas lipossomais garantem a absorção deste nutriente de uma maneira totalmente natural. A Sundt Nutrition é apta para celíacos e também para pessoas que não podem ou não querem consumir açúcar. E o melhor de tudo, os nutrientes chegam antes no organismo porque utilizam lipossomas. Você não terá mais que se preocupar em tomar sol!

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References (15)

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13. Liposomes for Enhanced Bioavailability of Water-Insoluble Drugs: In Vivo Evidence and Recent Approaches. Mi-Kyung Lee. Pharmaceutics. 2020 Mar; 12(3): 264. Published online 2020 Mar 13. doi: 10.3390/pharmaceutics12030264 PMCID: PMC7151102 ArticlePubReaderPDF–2.9MCitation.
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