Quais são os benefícios do zinco?

Alimentos e o símbolo do mineral.

Entre os minerais que são essenciais para a nossa saúde está o zinco. São tantos os benefícios do zinco que quem toma multivitamínicos não deve dispensar a presença desse mineral na formulação do suplemento.

Mas, antes de iniciar a suplementação, é importante seguir duas recomendações: Consultar um médico e escolher o suplemento lipossomal de zinco, que é capaz de agilizar a forma como o nutriente é absorvido pelo corpo.

Pontos-chave

  • Os benefícios do zinco são indispensáveis para o bom funcionamento do organismo e a manutenção da saúde.
  • Se você deseja aumentar a biodisponibilidade do zinco no seu corpo, o ideal é optar pelo suplemento lipossomal.
  • O zinco melhora a imunidade e protege contra gripes e infecções, entre outros benefícios que confere à saúde.

Benefícios do zinco: Tudo o que você precisa saber

O zinco é um mineral que desempenha função essencial em centenas de processos que ocorrem em nosso corpo, desde o crescimento celular até a maturação sexual e a imunidade.

Por isso, os benefícios do zinco são muitos e inegáveis. Tanto que ele é necessário para o funcionamento adequado do nosso sistema imunológico, protege contra gripes, resfriados, conjuntivite e outras infecções.

Dependendo da forma como é administrado, os benefícios do zinco englobam até mesmo a cicatrização de aftas e da inflamação da garganta.

Além disso, os benefícios da ingestão de zinco são cada vez mais associados ao sucesso do tratamento de doenças como AIDS, artrite reumatóide, lúpus, fibromialgia e etc. A tabela abaixo mostra os principais benefícios do zinco:

Área de atuação do zincoBenefícios
ImunidadeFortalece o sistema imunológico, combate gripes, infecções e vírus
Cabelos e peleAjuda na cicatrização, evita a oleosidade, trata acne, queda de cabelos e promove o crescimento dos fios
HormôniosAumenta a fertilidade feminina e masculina, regula os hormônios e trata problemas da próstata
Metabolismo celularTem ação anti-inflamatória e antioxidante

Ainda que o zinco tenha muitos benefícios, o fato é que nosso organismo não o produz. Assim como ocorre com outros nutrientes importantes para a nossa saúde, é preciso adquirir o zinco de fontes externas.

A boa notícia é que a natureza oferece uma boa variedade de alimentos ricos em zinco. Por outro lado, nem toda a quantidade do mineral presente nos alimentos é aproveitado pelo corpo.

Consequentemente, pode ser necessário realizar a suplementação. Mas, assim como é importante o acompanhamento médico para definir a dose certa, também é fundamental saber escolher o melhor suplemento de zinco.

Como consumir zinco e aproveitar os seus benefícios?

Existem duas maneiras de garantir a ingestão de zinco: Através de uma alimentação saudável e balanceada ou com suplementos.

Os alimentos de origem animal são algumas das principais fontes de zinco. Entre eles podemos citar:

  • Ostra;
  • Camarão;
  • Carne bovina;
  • Frango;
  • Peixe;

Mas também é possível encontrar alimentos ricos em zinco no reino vegetal, o que é ideal para quem tem restrições alimentares, como os vegetarianos e veganos. Veja alguns exemplo:

  • Castanhas;
  • Grãos integrais;
  • Amêndoas;
  • Sementes de abóbora;
  • Gérmen de trigo;
  • Cereais;
  • Legumes;
  • Tubérculos;

De modo geral, é possível manter bons níveis de zinco no organismo com uma alimentação diária que incluía essa variedade de alimentos. Mas é preciso destacar que a biodisponibilidade do zinco, ou seja, a quantidade desse nutriente que é absorvida pelo corpo é baixa.

Além disso, existem algumas doenças e condições de saúde que diminuem a capacidade do corpo de absorver plenamente esse mineral.

Como alternativa existem os suplementos, que garantem a ingestão dos benefícios do zinco. Mas você deve realizar a suplementação com a orientação de um médico ou nutricionista.

Isso porque, tanto a deficiência quanto o consumo excessivo de zinco podem causar danos à saúde.

Quais os sintomas da falta de zinco?

Como vimos, são muitos os benefícios do zinco para a nossa saúde. E, por isso, a deficiência desse mineral em nosso organismo pode gerar problemas de saúde graves. A falta de zinco acarreta sintomas como:

  • Atraso no crescimento celular;
  • Diarreia crônica;
  • Atraso da maturidade sexual;
  • Pouco apetite;
  • Deficiência do sistema auto-imune.

Além disso, como o zinco desempenha um papel fundamental na manutenção na saúde dos olhos, a deficiência desse nutriente pode alterar a visão e prejudicar a retina.

Também existem outros problemas, mais graves ainda, que costumam estar associados à pouca quantidade de zinco dentro do corpo. São eles:

  • Infertilidade masculina;
  • Anemia falciforme;
  • Aumento da depressão;
  • Diabetes do tipo 2.

Qual a dose recomendada para absorver os benefícios do zinco?

De modo geral, ao suplementar zinco em casos como os citados acima, os sintomas das doenças melhoram. Mas para isso é preciso saber qual a dose ideal para você.

A quantidade diária de zinco vai depender do perfil de cada pessoa e das condições de saúde individuais. Mas, de modo geral, é recomendado entre 11 a 15 mg por dia para que adultos sintam os benefícios do zinco.

Na tabela abaixo, mostramos a necessidade diária de zinco, de acordo com a idade:

Faixa etáriaQuantidade de zinco
0 a 1 ano 5 mg
1 a 10 anos 10 mg
Homens 15 mg
Mulheres 12 mg
Grávidas15 mg
Lactantes19 mg

Além dos benefícios, o zinco também pode causar prejuízos à saúde?

Sim. Se consumido em excesso ou por longos períodos, sem que haja necessidade nutricional, o zinco pode causar danos à saúde e provocar doenças.

E o fato é que a maioria dos suplementos à venda ultrapassam a dose diária recomendada. No entanto, dosagens acima de 15 mg somente devem ser receitadas em casos graves de deficiência ou em situações específicas.

Agora, mais de 100 mg de zinco ao dia podem, a longo prazo, comprometer a imunidade e interferir na absorção de cobre, levando à anemia.

Quais são os benefícios do zinco para a pele e cabelos?

Além de sua importância para a saúde como um todo, o zinco tem benefícios para a pele e os cabelos.

Na pele, esse mineral é responsável por estimular a formação das células, a cicatrização de feridas e de irritações cutâneas, além de ter efeito anti-inflamatório. Por isso, o zinco é bom para o tratamento de:

  • Acne;
  • Queimaduras;
  • Eczema;
  • Psoríase;
  • Rosácea.

Esse mineral, quando suplementado na dose ideal, pode reduzir a produção de sebo pelas glândulas sebáceas, o que ajuda a controlar a oleosidade tanto da pele quanto do couro cabeludo.

Por isso, os benefícios do zinco também englobam os cabelos e até ajudam a prevenir doenças capilares como a caspa e a seborreia.

Além disso, esse mineral é muito utilizado como coadjuvante no tratamento de queda de cabelos.

Destaque de pele de mulher.
O zinco é um aliado no tratamento de pele. (Fonte: ivanovgood/ Pixabay.com)

O zinco também é protagonista no processo de reprodução celular e da metabolização de vitaminas e proteínas, que são essenciais para o crescimento dos fios.

Ou seja, a ausência de zinco no organismo pode causar enfraquecimento dos cabelos, fazendo com que os fios se tornam quebradiços e cresçam em um ritmo mais lento.

Quais os benefícios do zinco para a saúde do homem?

O zinco oferece benefícios ao sistema hormonal, incluindo os hormônios sexuais e tireoidianos, tanto do homem quanto da mulher. Além disso, estudos indicam que esse mineral pode ter papel de destaque no aumento da fertilidade.

Mas, no caso específico dos homens, os pesquisadores acreditam que o zinco também pode prevenir alguns problemas da próstata. O mineral pode até mesmo atuar na diminuição desse órgão do sistema reprodutor masculino quando ele está aumentado.

Mas a certeza é a de que a deficiência de zinco nos homens pode causar:

  • Impotência sexual;
  • Atrofia testicular;
  • Infertilidade;
  • Envelhecimento precoce;

Por que suplementar o zinco traz mais benefícios para a saúde?

Os cientistas já identificaram que nem toda quantidade de zinco ingerida através da alimentação é, de fato, utilizada pelo organismo.

Isso porque a biodisponibilidade desse mineral costuma ser afetada durante o processo de absorção intestinal ou mesmo quando já está na circulação sanguínea.

Cápsula de zinco.
O suplemento lipossomal é o que mais aumenta a taxa de abssorção do zinco no corpo. (Fonte: alexlmx/ 123rf)

Somente por essa razão já se pode considerar a suplementação de zinco. Mas também é preciso considerar essa forma de ingestão do mineral em casos de deficiência alta e no tratamento de doenças.

Outro motivo para adotar a suplementação de zinco é que, hoje em dia, existem suplementos que aumentam a biodisponibilidade do mineral, fazendo com ele seja melhor aproveitado pelo corpo.

Quais são os tipos de suplemento de zinco?

Sabendo da dificuldade do zinco presente nos alimentos ser completamente absorvido pelo corpo, você poderia questionar se essa baixa biodisponibilidade é diferente nos suplementos. De modo geral, não.

A maioria dos suplementos alimentares também não consegue fazer com que o zinco seja totalmente absorvido pelo corpo.

Para solucionar esse problema existem, basicamente, duas principais categorias de suplementos:

  • Suplementos associados a outros nutrientes, que são adicionados ao zinco para aumentar a taxa de absorção do mineral no corpo;
  • Suplementos lipossomais, feitos com uma técnica inovadora que aumenta a biodisponibilidade do zinco e seus benefícios.

Quando consideramos os suplementos de zinco onde existe uma combinação com outra substância, o grau de biodisponibilidade varia de médio a alto. Já no suplemento lipossomal a biodisponibilidade é altíssima.

Existem muitas combinações que resultam em suplementos de zinco. A a seguir você confere os mais comuns:

  • Zinco quelato: Esse suplemento tem uma concentração maior de zinco, na tentativa de aumentar a taxa de absorção;
  • Gluconato de Zinco: Trata-se de uma versão química e processada do zinco, com menor grau de absorção;
  • Sulfato de Zinco: Solúvel em água e não quelatado, tem nível de absorção mediano.

Suplemento lipossomal de zinco x Suplemento comum: Qual o melhor?

Ainda que o zinco seja combinado com nutrientes, que o ajuda a ser melhor absorvido pelo corpo, isso não garante que todo o mineral presente no suplemento será aproveitado pelo organismo.

Para que a biodisponibilidade do zinco seja maior e mais rápida, é preciso que a técnica de produção do suplemento seja diferenciada. É o caso do suplemento lipossomal de zinco da Sundt.

Recém chegada ao Brasil, a Sudnt é uma marca europeia que utiliza uma forma inovadora para produzir suplementos alimentares mais eficientes.

Homem tomando cápsula.
O suplemento lipossomal é o mais eficiente de todos. (Fonte: dolgachov/ 123rf.com)

A cápsula de zinco recebe uma camada de lipossoma que faz com que todo o princípio ativo do mineral chegue ao nosso organismo.

Com isso, diferentemente de outros tipos de suplementos, o zinco lipossomal da Sundt garante todos os benefícios do zinco.

Conclusão

O zinco é um dos vários minerais que precisamos para que nosso corpo funcione corretamente. Para absorver os benefícios do zinco você deve consumir alimentos ricos nesse mineral e avaliar com seu médico a necessidade de suplementação.

O lipossomal de zinco da Sundt é o melhor porque ele garante que todo o mineral presente no suplemento será aproveitado pelo corpo.

(Fonte da imagem destacada: 55559993/ 123rf.com)

References (3)

1. Importância do zinco na nutrição humana, Revista de Nutrição - Departamento Alimentos e Nutrição Experimental, Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Universidade de São Paulo
Source

2. Os benefícios do zinco para a saúde - Universidade Estácio de Sá
Source

3. Uma revisão sobre o zinco - Ensaios e Ciência: Ciências Biológicas, Agrárias e de Saúde, vol. 15 - Universidade Anhanguera
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Artigo
Importância do zinco na nutrição humana, Revista de Nutrição - Departamento Alimentos e Nutrição Experimental, Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Universidade de São Paulo
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Os benefícios do zinco para a saúde - Universidade Estácio de Sá
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Artigo
Uma revisão sobre o zinco - Ensaios e Ciência: Ciências Biológicas, Agrárias e de Saúde, vol. 15 - Universidade Anhanguera
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