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Alimentos com vitamina K: Quais os mais ricos neste nutriente?

O que você sabe sobre a vitamina K? A maioria das pessoas está  familiarizada com outras vitaminas mais “famosas”, mas pouco conhecem sobre os efeitos, os benefícios e os principais alimentos com vitamina K, que ajudam a combater a deficiência deste nutriente no organismo.

Nos últimos anos, estudos revelaram a importância da vitamina K especialmente para a saúde dos ossos e do sistema cardiovascular. Neste material, vamos mostrar as melhores formas de manter os níveis saudáveis de vitamina K, seja pela alimentação ou por meio de suplementos.

Pontos-chave

  • A vitamina K pertence ao grupo das vitaminas lipossolúveis. Existem duas formas naturais de vitamina K: filoquinona (K1) e menaquinona (K2). Elas se destacam por sua função na coagulação sanguínea e aos benefícios que promove à saúde óssea.
  • A deficiência de vitamina K não ocorrem com frequência, mas podem surgir em decorrência de uma cirurgia bariátrica, o uso de algum medicamento que bloqueie a absorção de gorduras ou a presença de alguma patologia que altere a absorção de nutrientes pelo intestino.
  • Além dos alimentos com vitamina K, é possível recorrer à suplementação — que pode ser na forma líquida ou em cápsulas —. Os multivitamínicos lipossomais são especialmente recomendados, pois facilitam a absorção e a forma de dosificar o suplemento, quando em gotas.

Quais são os alimentos ricos em vitamina K?

De maneira geral, a vitamina K é pouco conhecida da maioria das pessoas. Ela pode ser encontrada naturalmente em muitos alimentos, como vegetais, frutas, óleos vegetais e soja. O nutriente também está presente em algumas carnes, em queijos, ovos e alimentos fermentados.

Na sequência, você pode conferir um quadro com informações mais detalhadas sobre os principais alimentos com vitamina K presentes no dia a dia (1).

Vitamina K1Vitamina K2
Espinafre refogadoNatto (soja fermentada)
Brócolis cozidoQueijo duro (tipo Gouda)
Repolho com temperos caseirosQueijos leves (queijo azul)
Aspargos cozidosGema de ovo
Óleo de sojaManteiga
Uvas rubi ou verdeFígado de frango
AmeixasSalame
FeijãoPeito de frango
IogurteMaionese
MargarinaLeite fermentado

Natto

Ainda pouco conhecido, o natto é um alimento rico em probióticos (micro-organismos benéficos para o organismo). Ele provém da soja e é obtido por meio da fermentação do grão. Contém uma alta quantidade de vitamina K2 (menaquinona).

Couve manteiga

A couve manteiga tem uma alta concentração de vitamina K1 (filoquinona). Além disso, ela é uma rica fonte de fibra e de minerais como o ferro e o cálcio.

Alimentos con vitamina K
O brócolis é rico não apenas em vitamina K1, mas também em vitamina C. (Fonte: Foodism360: gwak7t9evek/ Unsplash.com)

Nabo

As folhas de babo possuem alta quantidade de nutrientes vegetais benéficos à saúde, com propriedades anti-inflamatórias. Elas são ricas em vitamina K1.

Brócolis

O brócolis tem alta concentração não apenas de vitamina K1, mas também de vitamina C. Seus nutrientes ajudam a preservar a saúde dos olhos, ossos, coração e da pele.

Soja

Assim como o natto (originado da soja fermentada) é muito rico em vitamina K2, a soja sem fermentar é uma poderosa fonte de vitamina K1. O grão também é uma fonte importante de proteínas e ajuda a regular os níveis de colesterol.

Suco de cenoura

Um copo de suco de cenouras proporciona a dose total de vitamina K1 que o organismo necessita diariamente. Além disso, as propriedades da cenoura também contribuem para o sistema imunológico e para a qualidade da pele.

Alimentos con vitamina K
As romãs são ricas em vitamina K1 e em antioxidantes que destroem os radicais livres. (Fonte: Babali: b1zelpddlso/ Unsplash.com)

Edamame

Este rico aperitivo — que consiste em vagens verdes de soja — é uma fonte de proteínas e fibras. Além da vitamina K1, ele também garante altas doses de antioxidantes e, ainda, pode ajudar no controle do colesterol.

Abóbora

A abóbora é rica em fibras e vitaminas A e C, que contribuem para a saúde do coração e para o funcionamento regular do sistema imune. A abobrinha italiana, preparada cozida, é uma fonte de vitamina K para o organismo.

Suco de romã

As romãs são ricas em vitamina K1 e em antioxidantes, que acabam com os radicais livres e ajudam a retardar o envelhecimento. Em forma de suco, podem ajudar a manter a saúde do coração. Mas lembre-se de não adicionar açúcar à bebida.

Tudo o que você precisa saber sobre os alimentos com vitamina K

Embora a deficiência de vitamina K seja rara, ingerir doses inferiores à ideal pode prejudicar a saúde ao longo do tempo. Por esta razão, é recomendável obter toda a vitamina K de que o organismo precisa.

De acordo com estudos recentes, uma dose diária de 90 a 120 microgramas (mcg) deve ser o suficiente para prevenir a deficiência do nutriente em adultos saudáveis (2, 3).

Alimentos con vitamina K
Um copo de suco de cenoura garante a dose de vitamina K1 que um adulto necessita ao longo do dia. (Fonte: Portell: bhdibiwrtte/ Unsplash.com)

Como obter vitamina K suficiente por meio da alimentação?

As fontes mais ricas de vitamina K1 são os vegetais de folhas verdes escuras. Consumir apenas meia xícara de couve, por exemplo, garante cerca de 443% do valor diário recomendado.

Para obter o máximo da vitamina K dos vegetais, eles devem ser consumidos com um pouco de gordura ou óleo já que a vitamina K é solúvel em gordura e pode ser melhor absorvida dessa forma.

Já a vitamina K2 é encontrada quase exclusivamente em alimentos de origem animal e em certos fermentados. Um exemplo é o natto, um prato japonês que está entre as melhores fontes de vitamina K2. Outros alimentos com vitamina K muito importantes são a carne, o fígado e o queijo.

Qual a diferença entre as vitaminas K1 e K2?

Sob o nome “vitamina K”, está, na verdade, todo um grupo de substâncias necessárias ao bom funcionamento do organismo. Entre eles, os mais relevantes são os subtipos K1 e K2.

Essas duas vitaminas lipossolúveis desempenham um papel fundamental na produção de proteínas, na coagulação do sangue e no equilíbrio do cálcio. Abaixo, mostramos as diferenças entre elas (4):

FunçõesFontes
Vitamina K1Participa da coagulação do sangue, da recuperação e  cicatrização de feridas
Evita o sangramento excessivo, prevenindo hemorragias
Hortaliças de folha verde e outros compostos vegetais
Vitamina K2Participa do transporte do cálcio
Pode evitar o acúmulo de cálcio nas paredes internas das artérias
Regula o metabolismo do cálcio nos ossos, contribuindo para preservar a densidade óssea
Manteiga, gema de ovo, banha de porco e outros alimentos de origem animal ou fermentados

Suplementos de vitamina K: Quais as melhores opções?

Diante da deficiência de vitamina K, recorrer aos suplementos vitamínicos  pode ser uma alternativa que, justamente, ajude a complementar os níveis nutricionais no organismo.

Estes suplementos têm indicações precisas e não devem ser consumidos sem supervisão profissional. Atualmente, existem muitas marcas comerciais de suplementos alimentares de vitamina K1 ou K2 no mercado.

No entanto, a opção mais amplamente recomendada são as formulações multivitamínicas lipossomais. Oferecidos em solução líquida (em gotas), este tipo de suplemento é fabricado com nanotecnologia e apresenta uma série de vantagens que os tornam muito adequados para um consumo responsável.

Se seu estado de saúde requer um reforço nas doses de vitamina K, nossa recomendação é para que experimente um suplemento lipossomal. Abaixo, resumimos seus benefícios:

  • Este tipo de multivitamínico lipossomal contém vitaminas A, D3, E, K2, B1, B2, B3, B5, B6, B9, B12 e C. Ele também traz biotina, ácido para-aminobenzoico (PABA), inositol e bitartarato de colina. Esses nutrientes são necessários para o funcionamento normal de todo o organismo;
  • Este suplemento de vitamina K é composto pelos melhores ingredientes. Outra vantagem é que não contém glúten, açúcares ou qualquer tipo de modificação genética;
  • Devido à forma lipossomal, a biodisponibilidade da vitamina K é bastante potencializada. Na prática, sua eficácia é aumentada pela composição do lipossoma, que é um revestimento com composição semelhante à da membrana das células humanas. Assim, ele tem a capacidade de melhorar a absorção da vitamina K pelo organismo;
  • Este suplemento lipossomal tem a propriedade de permitir a absorção de ingredientes ativos tanto solúveis em água quanto os solúveis em gordura. Essa versatilidade é perfeita para uma preparação multivitamínica, com ativos distintos.

Conclusão

A vitamina K é um nutriente de que o corpo necessita para se manter saudável e funcionar corretamente. Ela é essencial para a coagulação do sangue e para a saúde cardiovascular e óssea, entre outros benefícios. Embora os casos de deficiência extrema dessa vitamina sejam raros, eles podem ocorrer devido a certas doenças que alteram a absorção do nutriente.

Para manter os níveis saudáveis, podemos encontrar ricas fontes em alimentos com vitamina K, como os vegetais de folhas verde-escuro, alguns fermentados e as carnes. Vale destacar que os suplementos de vitamina K são muito úteis. É o caso dos multivitamínicos lipossomais, que fornecem a dose diária recomendada do nutriente. Além disso, graças ao seu preparo lipossomal, mantém as propriedades do composto e melhora o transporte e a absorção do nutriente.

Se você quer saber mais sobre as vitaminas e os suplementos lipossomais, continue navegando em nosso site. Aproveite para compartilhar este material em suas redes sociais e deixar-nos um comentário por aqui. Até a próxima!

References (4)

1. Kamao M, S., et al. USDA National Agricultural Library, Composition Vitamins and Minerals. Vitamin K Content of Foods and Dietary Vitamin K Intake in Japanese Young Women. J Nutr Sci Vitaminol. 2007.
Source

2. Vitamin K Nutrition, Metabolism, and Requirements: Current Concepts and Future Research.
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3. Booth S, Suttie J. Dietary Intake and Adequacy of Vitamin K. 1998. Disponível em: https://academic.oup.com/jn/article/128/5/785/4722398 Vermeer C. Vitamin K: the effect on health beyond coagulation – an overview. 2012.
Source

4. Kurt Schwalfenberg, G. Vitamins K1 and K2: The Emerging Group of Vitamins Required for Human Health. 2017 .
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Artigo científico
Kamao M, S., et al. USDA National Agricultural Library, Composition Vitamins and Minerals. Vitamin K Content of Foods and Dietary Vitamin K Intake in Japanese Young Women. J Nutr Sci Vitaminol. 2007.
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Artigo científico
Vitamin K Nutrition, Metabolism, and Requirements: Current Concepts and Future Research.
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Artigo científico
Booth S, Suttie J. Dietary Intake and Adequacy of Vitamin K. 1998. Disponível em: https://academic.oup.com/jn/article/128/5/785/4722398 Vermeer C. Vitamin K: the effect on health beyond coagulation – an overview. 2012.
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Artigo científico
Kurt Schwalfenberg, G. Vitamins K1 and K2: The Emerging Group of Vitamins Required for Human Health. 2017 .
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Alimentos com vitamina B12: Quais os mais ricos neste nutriente?

Se você é vegano ou vegetariano, certamente já se preocupou com a falta de vitamina B12. É comum que as pessoas que seguem este tipo de dietas tenham dificuldade para suprir as quantidades ideais apenas com o consumo de alimentos com vitamina B12 e, consequentemente, podem sofrer com a carência deste nutriente.

Isso porque a vitamina B12 é encontrada, naturalmente, nos produtos de origem animal. A ausência de alimentos vegetais com a vitamina é um dos desafios dos veganos. Mas, neste artigo, vamos mostrar os alimentos com vitamina B12 e as alternativas para ingerir a vitamina sem recorrer a produtos animais.

Pontos-chave

  • A vitamina B12 é um nutriente essencial para a criação de novas células, para o desenvolvimento do feto durante a gestação e para a saúde do sistema nervoso.
  • Esta vitamina é encontrada naturalmente em produtos de origem animal. As maiores fontes de vitamina B12 são os moluscos e as vísceras dos animais. Alguns produtos veganos são enriquecidos com o nutriente.
  • Para quem não consome produtos de origem animal ou fortificados ou, ainda, tem dificuldades de absorção da vitamina B12, a suplementação pode ser eficiente para combater a carência nutricional.

Vitamina B12: As melhores fontes

A ingestão diária recomendada (IDR) de vitamina B12 para um adulto saudável é de 2,4 microgramas (mcg ou μg). Esta recomendação é aplicada a homens e mulheres igualmente.

No caso de grávidas e lactantes, a quantidade de vitamina B12 recomendada é maior: 2,6 mcg e 2,8 mcg respectivamente (1).

Mas para encontrar a melhor forma de consumir a quantidade necessária, é preciso conhecer os alimentos com vitamina B12. Você sabe quais os mais ricos neste nutriente?

Alimento (100 gramas) Quantidade de vitamina B12* Porcentagem da IDR
Moluscos99 mcg4950 %
Miúdos (carne vermelha)Até 90 mcg4500 %
Miúdos (aves) Até 58 mcg2900 %
Polvo36 mcg1800 %
Cavalinha19 mcg950 %
Ovas de pescado10 mcg500 %
Salmão 5 mcg250 %
*A quantidade de vitamina B12 pode variar ligeiramente dependendo da variedade e da forma de preparo do alimento (2).

Os moluscos — ou mexilhões — estão entre as maiores fontes de vitamina B12. Um prato com este alimento permite satisfazer, com folga, todas as necessidades diárias do nutriente.

Além disso, ele é pobre em gorduras e rico em outras vitaminas do grupo B, cálcio e fósforo. Com isso, ajuda a manter uma dieta equilibrada. Experimente provar “mexilhões à marinheira”. Você vai se surpreender com o sabor!

Miúdos de carne vermelha (bovina e suína)

As vísceras (fígado, rins, coração e outros órgãos) contêm altíssimos níveis de vitamina B12, especialmente na carne vermelha. Consumir miúdos também fortalece o corpo contra a anemia (por seu elevado teor de ferro) e contra a carência de vitamina A.

Porém, há um sinal de alerta: os miúdos são ricos em gordura e colesterol. Por esse motivo, devem ser consumidos com moderação.

Apesar de ser um alimento muito acessível, muitas pessoas, como as crianças, especialmente, podem ter aversão ao consumo das vísceras. No entanto, com alguma criatividade, é possível preparar pratos apetitosos, como fígado acebolado, dobradinha ou tripas à moda do Porto.

Alimentos com vitamina B12: Quais os mais ricos neste nutriente?
A vitamina B12 é um nutriente essencial para a criação de novas células, o desenvolvimento do feto e a saúde do sistema nervoso. (Fonte: Hansel: rheOvfxOlOA/ Unsplash.com)

Miúdos de carne branca (aves)

As moelas, o fígado e outras vísceras do frango ou outras aves estão repletas de vitamina B12! São uma forma econômica e garantida de elevar os níveis deste nutriente no organismo.

Se você não fica confortável com a ideia de consumir miúdos, pode optar pelos patês de fígado, apesar de terem menos concentração da vitamina (3,2 mcg por 100 gramas).

Neste caso, é preciso estar atento aos excessos, pois os níveis de gordura desta iguaria são elevados.

Polvo

Uma porção de polvo pode oferecer até 36 microgramas de vitamina B12.  Além disso, este saboroso fruto do mar ainda é rico em iodo, magnésio, cálcio, ferro e ácido fólico — e pobre em colesterol —.

Quando for preparar, lembre-se de limpar muito bem e descartar os órgãos internos, já que é comum que eles sejam contaminados com metais pesados (3).

Cavalinha

Este “modesto” peixe pode ajudar muito a satisfazer as necessidades de B12! Ele é fácil de ser encontrado e tem uma qualidade excepcional. Além de ser um ótimo alimento com vitamina B12, ele conta com muitas outras do grupo B e a fundamental vitamina D.

No entanto, deve ser consumido com moderação por pessoas que sofrem com excesso de ácido úrico.

Ovas de pescados

As ovas de pescado são uma frande fonte de vitaminas B1, B2 e B12. Neste grupo, está incluído o caviar, que são as ovas do esturjão, mas também outras mais acessíveis, como as de bacalhau e atum.

Experimente consumir grelhada ou assada ​​e procure não abusar das calóricas ovas de peixe frito.

Alimentos com vitamina B12: Quais os mais ricos neste nutriente?
Este nutriente se encontra naturalmente em produtos de origem animal, sendo os moluscos e as vísceras as maiores fontes de vitamina B12. (Fonte: Shotsoflouis: RIjBIE4sjwE/ Unsplash.com)

Salmão

O salmão ajuda a manter os níveis de vitamina B12 dentro dos limites recomendados. Mais que isso, ele é uma fonte das chamadas “gorduras saudáveis” omega-3.

Se for possível, dê preferência para os peixes procedentes de pesca sustentável para reduzir sua “pegada ecológica”.

Outros alimentos de origem animal

Para satisfazer as recomendações diárias do nutriente, não é preciso recorrer sempre a produtos caros, como o caviar ou o salmão. Felizmente, existem outros alimentos com vitamina B12 que podem ser incorporados à sua dieta, sem pesar no bolso.

Você pode, por exemplo, optar pelo atum, que oferece até 11 mcg/ 100 gramas. As sardinhas em lata trazem 9 mcg/ 100 gramas e a carne de vitela tem 2,4 mcg de vitamina B12 a cada 100 gramas consumidos.

Outras fontes deste nutriente são os ovos (com 0,4 mcg por unidade), a carne de frango (0,3 mcg/ 100 gramas) e o leite (1 mcg/ 200 ml) (2).

A vitamina B12 e sua dieta: Alimentos e suplementos

Nesta seção, vamos esclarecer as principais dúvidas sobre a alimentação e o consumo da vitamina B12.  Você sabe como incorporar este nutriente em seus pratos? Como evitar a carência de B12 em veganos? Temos as respostas!

A vitamina B12 na cozinha

O cozimento pode destruir a vitamina B12? Por sorte, este nutriente suporta bem as altas temperaturas. Por isso, todos os alimentos com vitamina B12 podem ser cozidos sem perder a substância.

No entanto, o uso do micro-ondas (que desidrata os alimentos), pode fazer  “evaporar” a vitamina. O processo de fritura do alimento também pode reduzir a concentração do nutriente em até 23% (4, 5).

É preciso comer carne todos os dias para evitar a carência de B12? Não é necessário exagerar no consumo dos produtos animais. É sempre bom lembrar que eles geralmente são ricos em gorduras, sódio e calorias.

Para manter os níveis ideais da vitamina, basta seguir uma dieta que se ajuste às recomendações da “Pirâmide Nutricional”, limitando o consumo de carne ou peixes a 3 a 5 dias por semana (6).

Alimentos com vitamina B12: Quais os mais ricos neste nutriente?
A vitamina B12 é um nutriente imprescindível para o seu bem-estar. (Fonte: Briscoe: n4ymhyyFY7A/ Unsplash.com

Os veganos, os vegetarianos e a vitamina B12

A vitamina B12 se encontra exclusivamente em alimentos de origem animal. Por  este motivo, as pessoas que adotam a alimentação exclusivamente plant-based precisam recorrer a alimentos fortificados com vitamina B12 ou aos suplementos.

De acordo com estudos, se não adotar essa prática, as reservas de vitamina B12 se esgotam em até três meses após a adoção da nova dieta com restrição de produtos animais (4).

Os adeptos do ovolactovegetarianismo não devem “baixar a guarda” contra a falta do nutriente. Ainda que o leite e os ovos sejam alimentos com vitamina B12, a possibilidade de sofrer com a carência é maior.

Se você está neste grupo, assegure-se de consumir ovos e leite todos os dias, além de alimentos fortificados. Uma alternativa altamente eficaz é o uso de suplementos de vitamina B12 (8).

Outras carências de vitamina B12

É possível desenvolver carência de B12 mesmo consumindo produtos de origem animal? Sentimos dizer que sim. Se uma pessoa sofre com alguma enfermidade do trato digestivo (como a colite ulcerosa, por exemplo), se passou por cirurgia bariátrica, tem idade avançada ou usa medicamentos como a metformina, pode ter dificuldades para absorver este nutriente (9).

Além desses casos, existe uma condição chamada anemia perniciosa.  Nas pessoas acometidas pela doença, o organismo destrói um dos compostos responsáveis pela absorção da vitamina B12 pela corrente sanguínea.

Portanto, independentemente da sua condição, se é vegano, vegetariano ou onívoro, é importante consultar um médico para avaliar seus níveis de vitamina B12 e adotar algum tipo de suplementação, caso seja indicado (10).

Alimentos com vitamina B12: Quais os mais ricos neste nutriente?
Um suplemento de vitamina B12 pode ser a melhr opção para os veganos, vegetarianos ou pessoas que tenham problemas em absorver o nutriente. (Fonte: Sonyakamoz: 111004123/ 123rf.com)

A alternativa: Suplementos de vitamina B12

A carência de vitamina B12 é muito perigosa, tanto para os veganos quanto para os onívoros. Não ter a quantidade suficiente deste nutriente no organismo pode provocar diversos problemas graves (4, 11):

  • Anemia: a vitamina B12  é imprescindível para formar novas células. Sua carência pode provocar a diminuição de glóbulos vermelhos no sangue, dando origem à fadiga, dificuldade de concentração e palidez;
  • Neuropatia: o cérebro, os nervos e os sentidos, sobretudo a visão, dependem estritamente da vitamina B12. Se ela falta, desencadeia-se uma série de reações no sistema nervoso, com sensações como formigamento, dificuldade para caminhar, tonturas e problemas de visão;
  • Enfermidades do coração: alguns estudos começam a relacionar a deficiência de B12 com uma maior incidência de ataques cardíacos, derrames e problemas de circulação. Por isto, todo cuidado é pouco;
  • Problemas durante a gravidez: se os níveis de vitamina B1 da gestante caem, é possível que o bebê não seja nutrido conforme necessita. Esta situação pode aumentar a probabilidade de má formações ou problemas graves com o feto.

Quem não pode consumir a quantidade ideal de vitamina B12 por meio da dieta, deve recorrer a um suplemento para evitar as consequências da carência do nutriente.

A boa notícia é que estes produtos podem ser fabricados sem recorrer aos produtos de origem animal. São, portanto, uma alternativa saudável e vegan-friendly.

O futuro da suplementação: a Vitamina B12 lipossomal

Se você está cansado das “pastilhas” de vitamina B12, certamente esta nova tecnologia em suplementos vai alegrar o seu dia!

Vitamina B12 lipossomal

Nesta formulação, a vitamina B12 é “encapsulada” em “pequenas bolhas” ou lipossomas. Como resultado, você terá um suplemento líquido com textura suave, semelhante a um gel, que pode ser usado de forma agradável para resolver uma deficiência de B12, com orientação médica (12).

Vitamina B12 em spray nasal

Se você não quiser ingerir a vitamina B12, o spray nasal é uma prática forma de aumentar os níveis desse nutriente no organismo. É um método de suplementação seguro, eficaz e bem tolerado, que pode substituir, ainda, as injeções de vitamina B12 (13, 14). Fale com seu médico para saber qual o melhor suplemento para o seu perfil.

Nossa conclusão

A vitamina B12 é um nutriente imprescindível para o bem-estar. Esta molécula é fundamental para criar novas células, evitar a anemia e manter o sistema nervoso em perfeitas condições. Obter esta vitamina, no entanto, pode ser um problema para algumas pessoas, já que a todos os alimentos com vitamina B12 são de origem animal.

Neste sentido, o suplemento de vitamina B12 pode ser a melhor opção para os veganos, vegetarianos ou para as pessoas que têm problemas para absorver este nutriente. Utilizado de forma constante e com supervisão médica, os suplementos — especialmente os lipossomais — podem acabar de uma vez por todas com a carência de B12.

Em que grupo você está? É vegano ou vegetariano? Já conhece os suplementos com lipossomas? Deixe-nos um comentário sobre a sua experiência. Queremos saber a sua opinião!

References (14)

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3. Mok JS, Kwon JY, Son KT, Choi WS, Shim KB, Lee TS, et al. Distribution of heavy metals in muscles and internal organs of Korean cephalopods and crustaceans: Risk assessment for human health. J Food Prot [Internet]. 2014 Dec 1;77(12):2168–75.
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5. Czerwonka M, Szterk A, Waszkiewicz-Robak B. Vitamin B12 content in raw and cooked beef. Meat Sci [Internet].2014;96(3):1371–5.
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6. Fundación Española del Corazón. Pirámide de alimentación NAOS - Fundación Española del Corazón [Internet]. Fundación Española del Corazón. 2018.
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8. Pawlak R, Parrott SJ, Raj S, Cullum-Dugan D, Lucus D. How prevalent is vitamin B12 deficiency among vegetarians? [Internet]. Vol. 71, Nutrition Reviews. 2013]. p. 110–7.
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10. Formoso Fernando, Orosa Elvira CA. Guía clínica de Anemia perniciosa [Internet]. Elsevier. 2013.
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11. Pawlak R. Is vitamin B12 deficiency a risk factor for cardiovascular disease in vegetarians? [Internet]. Vol. 48, American Journal of Preventive Medicine. Elsevier Inc.; 2015 . p. e11–26.
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13. Van Asselt DZB, Merkus FWHM, Russel FGM, Hoefnagels WHL. Nasal absorption of hydroxocobalamin in healthy elderly adults. Br J Clin Pharmacol [Internet]. 1998 ;45(1):83–6.
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DOCUMENTO OFICIAL AESAN
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SITE OFICIAL USDA
FoodData Central
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GUIA DE SUPLEMENTOS ESPANHA
Alimentos con vitamina B12: ¿Cómo incorporarlos a mi dieta?
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Conheça quais são os alimentos ricos em zinco

Você quer saber mais sobre os alimentos ricos em zinco? Então chegou ao lugar certo! O tema do nosso artigo de hoje é onde você pode encontrar esse mineral que é tão fundamental para a vida e como consumi-lo de maneira eficiente!

Ao contrário de muitos dos nutrientes essenciais para o nosso bem-estar, o zinco não é produzido pelo corpo humano. Por isso, você precisa estar atento se consome alimentos que são ricos na substância e, se possível, até mesmo fazer uma suplementação!

Pontos-chave

  • O zinco é um mineral fundamental para a nossa saúde. Melhora nosso sistema imunológico, ajuda a combater a impotência sexual, serve para pele e cabelos e é até mesmo um aliado na prevenção do mal de Alzheimer.
  • As ostras são os alimentos campeões em zinco, mas a substância também está presente em variadas carnes, nos ovos e em grãos e sementes como amêndoas, amendoins, castanhas e sementes de abóbora.
  • Para quem não consome alimentos ricos em zinco ou não absorve corretamente o nutriente, a suplementação se faz necessária. Suplementos lipossomais, como os da Sundt, são essenciais.

Quais são os alimentos mais ricos em zinco?

Entre os males prevenidos por uma dieta rica em zinco, podemos destacar o mal de Alzheimer, a impotência sexual, a depressão e os problemas relacionados ao sistema imunológico.

Para que você possa atingir a dose diária recomendada de 10 mg de zinco, existem alguns alimentos ricos no nutriente!

Imagem mostra algumas castanhas do pará sobre uma mesa.
As castanhas estão entre os alimentos mais ricos em zinco. (Fonte: GerDukes/ Pixabay.com)

Ovos

Um dos alimentos mais básicos da alimentação humana contém zinco: Trata-se do ovo. Você pode comê-lo de diversas maneiras e ainda assim aproveitar os nutrientes que ele traz.

A cada 100 gramas de zinco, encontra-se cerca de 2 mg de zinco. Por mais que essa não seja uma quantidade necessária para suprir as necessidades diárias, já é um princípio interessante em um alimento tão importante no nosso cotidiano.

Frutos do mar

Quem gosta de frutos do mar tem sempre uma excelente reserva de zinco. Um dos alimentos mais apreciados da classe, o camarão, é capaz de fornecer até 1,4 mg de zinco a cada 100 g consumidos.

Porém, nenhum alimento supera o que as ostras nos fornecem. Se você aprecia esse alimento e o come com frequência, com certeza terá sempre níveis suficientes de zinco. Cada 100 g apresentam nada menos do que 39 mg do nutriente.

Amendoins, amêndoas e similares

Se você não consome carnes e produtos derivados dos animais, leguminosas, frutas e sementes como amendoim, amêndoas, castanhas e grão de bico são também excelentes fontes de zinco.

A melhor coisa desses alimentos é que, além de gostosos e democráticos, acessíveis para toda a população, eles são ainda ricos em muitos outros nutrientes, podendo assim ser uma parte fundamental da alimentação humana.

Os alimentos com mais zinco – Conheça a tabela

Para que você possa comparar todos os principais alimentos ricos em zinco, nós preparamos uma tabela que te ajuda a entender quanto cada um deles oferece do alimento. Lembre-se da medida mínima recomendada de 10 mg diários por adulto.

AlimentoDosagem de zinco a cada 100 g
Ostras cozidas39 mg
Carne bovina assada8,5 mg
Sementes de abóbora4,2 mg
Amêndoas3,9 mg
Amendoins3,5 mg
Castanha de caju3,1 mg
Frango cozido2,9 mg
Carne de porco cozida2,4 mg
Ovos 2 mg
Camarões cozidos1,4 mg

Tudo o que você precisa saber sobre os alimentos ricos em zincos

Conhecer os alimentos ricos em zinco não é suficiente. Você precisa também entender como consumi-los, dosagens recomendadas, possíveis malefícios trazidos pelo seu excesso e várias outras questões.

A partir de agora, entraremos em questões que podem te ajudar a entender como lidar com o zinco no dia a dia e, principalmente, saber mais sobre a suplementação desse nutriente!

Quais são as dosagens de zinco recomendadas para humanos?

Nós já mencionamos quais são as dosagens mínimas de zinco para humanos adultos: 10 mg. Porém, é possível encontrar fontes que recomendam até mesmo 12. O importante é saber que qualquer número abaixo de 10 pode trazer problemas.

Mas esse valor é apenas para adultos. Saiba que crianças necessitam de outras dosagens e que ninguém precisa mais de zinco do que as mulheres grávidas: Como elas perdem o nutriente em maior quantidade, a necessidade de reposição é enorme.

Confira uma nova tabela, dessa vez com as necessidades de zinco por idade:

IdadeDosagem mínima diária de zinco
De 1 a 3 anos3 mg
De 4 a 8 anos5 mg
De 9 a 13 anos8 mg
De 14 a 18 anos10 mg
Adultos10 mg
Mulheres grávidas12 mg
Mulheres lactantes13 mg

Posso apenas comer alimentos com zinco ou é preciso fazer suplementação?

Quando olhamos para os números das dosagens de zinco que os alimentos oferecem e comparamos com o quanto precisamos por dia, percebemos que para alguns grupos de pessoas, principalmente aqueles que fazem dietas sem carnes, pode ser difícil alcançar as dosagens recomendadas.

Mulheres grávidas, lactantes, veganos, vegetarianos, idosos e pessoas que possuem distúrbios que dificultam a absorção de zinco ou de nutrientes de forma geral, precisam fazer uma boa suplementação do nutriente.

Se você sente que não ingere a quantidade necessária de zinco, mesmo que não se inclua em nenhum dos grupos citados acima, também tem a ganhar com a suplementação.

Existem suplementos de muita qualidade disponíveis no mercado, principalmente do tipo lipossomal. Um ótimo exemplo é o da Sundt. Falaremos mais sobre isso em breve!

Você sabia que o zinco é um elemento químico que até mesmo consta na tabela periódica? Ele tem muitos usos, como em ligas metálicas, na galvanização de outros metais e até mesmo nos bloqueadores solares que usamos em nosso cotidiano.

Há bons alimentos ricos em zinco para veganos?

Como podemos perceber pela tabela que apresentamos, a maior parte dos alimentos ricos em zinco é de origem animal. Os frutos do mar, como ostras e camarões, e as carnes de diversos animais fazem parte dessa lista.

Para os veganos, as melhores opções de alimentos com zinco são grãos e sementes de leguminosas. Os amendoins, as amêndoas, as castanhas, o grão de bico, as sementes de abóbora e de linhaça devem fazer parte da alimentação diária.

Mas é difícil comer uma quantidade necessária desses alimentos para atingir a dosagem mínima diária de zinco. Por isso, os veganos fazem parte do público que precisa de uma suplementação adequada.

Além de consumir alimentos como amendoins e sementes de abóbora, os veganos devem também tomar suplementos de qualidade, como é o caso dos produzidos pela Sundt.

Imagem mostra vários alimentos como amendoins, amêndoas e nozes.
Amendoins, amêndoas e castanhas são os melhores alimentos ricos em zinco para veganos. (Fonte: ExplorerBob/ Pixabay.com)

Faz mal consumir zinco em excesso?

Ao fazer uma suplementação de zinco ou consumir alimentos ricos no nutriente, é preciso ficar atento! Apesar de necessário para o nosso organismo, ele também é capaz de trazer malefícios quando em excesso!

A dosagem máxima de zinco que um adulto pode consumir por dia é de 40 mg. Se ela for superada frequentemente, os efeitos negativos começam a aparecer.

Entre os sintomas de intoxicação por zinco estão a perda do olfato e a presença constante de um gosto metálico na boca, dores de cabeça, diarreias e vômitos. Além disso, os antibióticos podem perder a sua eficiência.

É por isso que se deve observar a dosagem apresentada pelos suplementos tomados e não exagerar no consumo de alimentos como as ostras!

Quais os tipos disponíveis de suplementos de zinco?

Com uma simples pesquisa, você consegue encontrar muitos suplementos de zinco à venda no mercado. Os tipos também são variados e podem gerar um pouco de confusão:

  • Orotato de zinco: Junta as moléculas de ácido orótico ao zinco para gerar uma maior capacidade de absorção do mineral.
  • Glucomato de zinco: É a forma mais presente nos suplementos, já que é como o nutriente é mais encontrado. A desvantagem é a baixíssima absorção que tem quando no organismo.
  • Picolinato de zinco: Passa a contar com um ácido orgânico capaz de atravessar a membrana celular, gerando a melhor absorção dentre os suplementos comuns.

Apesar de populares, porém, esses suplementos não são o que há de mais moderno e eficiente no mercado. Isso acontece porque agora temos os suplementos lipossomais de zinco, campeões em absorção e que te permitem aproveitar todos os benefícios do mineral.

Por que suplementos lipossomais de zinco são os melhores?

Os produtos lipossomais são o que há de mais moderno na suplementação alimentar. Eles funcionam a partir de uma microencapsulação que faz com que os principais ingredientes sejam protegidos por uma membrana especial.

A principal diferença desses produtos é que eles geram uma absorção muito maior dos nutrientes pelo corpo. Mesmo nos suplementos comuns com mais destaque nesse aspecto, existe uma considerável perda do conteúdo de cada cápsula.

Dessa forma, ao tomar um suplemento lipossomal, é possível aproveitar os benefícios de maneira completa. Você sente a diferença com rapidez e tem uma noção muito maior de como os efeitos acontecem em seu organismo!

Vejam abaixo a tabela que compara suplementos comuns e lipossomais:

Suplementos comunsSuplementos lipossomais
Aspecto físicoCápsulas comunsCápsulas com uma membrana protetora que permite maior absorção dos nutrientes pelo organismo
Absorção dos nutrientesBaixaAlta
VantagensPreços mais baixosEfeitos muito melhores para a saúde, possibilidade de total conhecimento do quanto se absorve da substância

O melhor suplemento lipossomal de zinco disponível no mercado é o da Sundt. Nós recomendamos que você o conheça e possa assim perceber o quanto esse nutriente pode trazer benefícios para a sua vida!

Conclusão

Muito importante para as nossas vidas, o zinco pode ser encontrado em vários alimentos que consumimos no dia a dia. Porém, para quem não costuma comê-los, a suplementação se faz necessária.

Consumir suplementos lipossomais é uma excelente ideia, ainda mais quando possuem tanta qualidade como os produtos da Sundt. A deficiência de zinco nunca mais será um problema em sua vida a partir do momento que você começar a tomá-los!

Fonte da imagem destacada: Free-Photos / Pixabay.com

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Quais são os efeitos colaterais do cloreto de magnésio?

O consumo do cloreto de magnésio é, em geral, muito bem tolerado. Afinal, esse suplemento é conhecido pelos seus inúmeros benefícios para a saúde. No entanto, em alguns casos, os efeitos colaterais do cloreto de magnésio podem ocorrer.

Isso vai depender da forma e da quantidade de magnésio que você consumir. Mas também pode ter a ver com o tipo de suplemento escolhido.

Nesse artigo nós vamos explicar como evitar os efeitos colaterais e porque você deve optar pelo suplemento lipossomal, uma novidade que acaba de aterrissar no Brasil.

Pontos-chave

  • O cloreto de magnésio é um suplemento cheio de benefícios para o funcionamento do organismo, mas se usado de forma incorreta pode causar efeitos colaterais.
  • Os efeitos colaterais do cloreto de magnésio podem ser evitados ou minimizados com o acompanhamento médico e a escolha do suplemento certo.
  • O melhor suplemento de cloreto de magnésio é o lipossomal da Sundt, que aumenta ainda mais a biodisponibilidade deste mineral e acelera sua absorção no nosso corpo.

Efeitos colaterais do cloreto de magnésio: Tudo o que você precisa saber

Formado pela combinação do magnésio com o cloro, o suplemento de cloreto de magnésio garante inúmeros benefícios para o nosso corpo.

Ainda assim, suplementar sem necessidade ou em excesso pode gerar efeitos colaterais como diarreia, náusea e dor abdominal.

Por outro lado, se administrado com o acompanhamento de um médico e um suplemento lipossomal, como o da Sundt, que acelera a absorção do nutriente no intestino, esses e outros efeitos indesejados podem ser evitados.

Mulher sentada e encolhida na cama.
Problemas estomacais são os efeitos colaterais mais comuns do cloreto de magnésio. (Fonte: Andrea Piacquadio/ Pexels.com)

Mas, ainda que possa ter efeitos colaterais, não se deve desconsiderar esse suplemento. Isso porque o cloreto de magnésio é uma das formas mais eficientes de consumir o magnésio, um mineral essencial para a nossa saúde.

O magnésio atua diretamente em mais de 300 reações bioquímicas fundamentais do nosso corpo. Além disso, ele é necessário para a produção de energia, a contração muscular do coração e o desenvolvimento estrutural do osso.

Para você entender os prós e os contras do suplemento de cloreto de magnésio confira a tabela abaixo que mostra os benefícios e os possíveis efeitos colaterais:

BenefíciosEfeitos colaterais
Regula a contração dos músculos, inclusive do coraçãoDiarreia, dores estomacais e desidratação
Participa do transporte de potássio e cálcioHipotensão, letargia e confusão mental
É antioxidante e ajuda a conter os radicais livresArritmia e perda da função renal
Diminui o risco de hipertensão, doenças cardiovasculares e diabetesHipermagnesemia
Melhora a recuperação muscular pós treinoDificuldade respiratória e parada cardíaca
Reduz dores e cãibrasFraqueza muscular

Como ilustrado na tabela, os efeitos colaterais do cloreto de magnésio podem variar entre os mais simples e os muito graves. Mas não é preciso entrar em pânico.

Os efeitos colaterais mais graves costumam ser raros e podem ser evitados. Por isso, assim como ocorre com todos os tipos de suplementos, é essencial que você passe por uma avaliação médica.

Somente um especialista irá determinar com precisão a quantidade de cloreto de magnésio ideal e que não causará efeitos adversos.

Quais são as fontes de cloreto de magnésio?

De fato, o magnésio é abundante nos alimentos, em especial nos vegetais. Veja uma lista com os alimentos mais ricos nesse mineral:

  • Semente de abóbora;
  • Linhaça;
  • Gergelim;
  • Castanha de Caju;
  • Amendoim;
  • Coentro;
  • Couve;
  • Espinafre;
  • Chocolate amargo.

Porém, ainda que se consuma muitos alimentos ricos em magnésio, nem sempre a sua absorção é satisfatória.

Isso se deve, primeiramente, ao fato de que apenas entre 30% e 50% do mineral é, de fato, absorvido pelo nosso organismo. Além disso, algumas condições de saúde e doenças intestinais podem dificultar ainda mais essa absorção.

Para contornar essas dificuldades, a melhor forma de consumir o magnésio em sua totalidade é por meio do suplemento de cloreto de magnésio.

Colheiras com condimentos e semente e o símbolo do magnésio escrito no centro.
Os alimentos podem ser consumidos à vontade, mas nao garantem a dose necessária de magnésio. (Fonte: Przemys?aw Ceglarek/ 123rf.com)

Nesse caso, o cloro entra na fórmula justamente para fazer com que o mineral entre mais rapidamente e de forma mais ampla na corrente sanguínea.

Outra vantagem dos suplementos é que, hoje em dia, existem opções, como os da Sundt, que otimizam ainda mais a biodisponibilidade do mineral, acelerando a sua entrada na corrente sanguínea.

O lado negativo é que, por se tratar de um suplemento alimentar, sempre existirá a possibilidade de ocorrerem efeitos colaterais.

Consumir alimentos ricos em magnésio causa efeitos colaterais?

Dificilmente consumir alimentos naturais causará excesso de magnésio em seu organismo. Afinal, como vimos, a absorção desse mineral pelo corpo costuma ser reduzida, mesmo que o alimento seja rico em magnésio.

Também por isso, se você apenas consumir alimentos ricos em magnésio, existe o risco de não atingir a dose diária recomendada de ingestão desse mineral.

O que causa os efeitos colaterais do cloreto de magnésio?

São muitas as razões pelas quais um suplemento pode causar efeitos colaterais. Algumas são, inclusive, imprevisíveis. Mas, de modo geral, os efeitos colaterais mais graves do cloreto de magnésio costumam ser causados pelo consumo excessivo do suplemento.

Por isso, é tão importante ter um acompanhamento médico para identificar a dose correta e a duração do tratamento.

Apenas um médico poderá levar em conta sua condição de saúde e outros suplementos ou medicamentos que você utiliza e que, por ventura, possam ter interações negativas com o cloreto de magnésio.

De todo modo, listamos abaixo as principais causas dos efeitos colaterais do cloreto de magnésio:

Causa dos efeitos colateraisDescrição
Ingestão excessiva de magnésioAtravés de suplementos ou remédios
Doenças gastrointestinaisGastrite e colite podem aumentar a absorção de magnésio pelo corpo
Problemas nas glândulas adrenaisComo os que ocorrem na doença de Addison

Quais são os sintomas do consumo excessivo do cloreto de magnésio?

Como vimos, o suplemento de cloreto de magnésio pode causar efeitos colaterais mais comuns como, por exemplo, diarreia e dores estomacais.

Já o excesso de magnésio só costuma apresentar sinais e sintomas quando os níveis no sangue se tornam muito altos, ou seja, superiores a 4,5 mg/dl.

De modo geral, o alto nível de magnésio presente no sangue é uma condição rara. Isso porque o rim, de maneira geral, consegue eliminar o excesso desse mineral.

No entanto, caso exista algum tipo de doença no rim, como a insuficiência renal, que impede o órgão de eliminar corretamente o excesso de magnésio, pode ocorrer a hipermagnesemia.

A hipermagnesemia é uma doença que pode causar desde sintomas brandos até os mais grandes. Confira os principais:

  • Ausência de reflexos tendinosos;
  • Fraqueza muscular;
  • Respiração muito lenta;
  • Coma;
  • Parada respiratória e cardíaca.

Quando existe suspeita do excesso de magnésio é importante consultar o médico.

Como evitar os efeitos colaterais do cloreto de magnésio?

Existem várias recomendações que você pode adotar para prevenir o aparecimento dos temidos efeitos colaterais na hora de iniciar a suplementação do cloreto de magnésio. Confira as principais:

  • Tenha o acompanhamento de um médico;
  • Respeite a dose recomendada;
  • Evite suplementar em jejum;
  • Prefira o suplemento lipossomal.

Nos próximos tópicos desse artigo, nós vamos explicar em detalhes cada uma dessas recomendações.

Para quem o cloreto de magnésio é contra- indicado?

Embora o cloreto de magnésio seja essencial para a saúde e que seus efeitos colaterais possam, na maioria das vezes, ser evitados, em alguns casos esse suplemento é contra-indicado.

O cloreto de magnésio não deve ser usado por pessoas com problemas nos rins ou que estejam com diarreia, já que o suplemento tem efeito laxante.

A seguir, você descobre quem mais deve evitar esse tipo de suplemento:

  • Pessoas com doenças renais;
  • Quem tem colite ulcerosa;
  • Pessoas que estão tomando antibióticos, porque o cloreto de magnésio pode diminuir a eficiência de alguns deles.

Qual é a quantidade segura de cloreto de magnésio que posso consumir?

Para evitar os efeitos colaterais do magnésio é preciso se ater à um nível seguro de consumo do suplemento. A quantidade recomendada de cloreto de magnésio varia entre 300 e 350 mg por dia.

Essa variação ocorre porque cada pessoa tem uma necessidade nutricional diferente. Além disso, a dose pode variar dependendo do sexo, da idade e da condição de saúde de cada pessoa.

Qual o melhor horário para tomar cloreto de magnésio?

O horário que você irá ingerir o suplemento de cloreto de magnésio não deverá interferir nem nos benefícios nem na ocorrência ou não dos efeitos colaterais.

No entanto, os especialistas recomendam que, para evitar problemas digestivos e diarreias, que são os efeitos colaterais mais recorrentes, o ideal é que você evite consumir o suplemento em jejum.

Além disso, é importante também que, ao suplementar o cloreto de magnésio, você aumente a ingestão de água.

Como suplementar cloreto de magnésio e evitar os efeitos colaterais?

Já vimos que o primeiro passo para evitar ou minimizar os efeitos colaterais do suplemento de cloreto de magnésio é, de fato, se consultar com um médico.

Mas saber como escolher o melhor suplemento alimentar, entre tantos à venda, também pode ajudar a diminuir a ocorrência dos efeitos colaterais indesejados. Isso porque, cada fabricante utiliza métodos de produção diferentes.

E o fato é que a técnica utilizada interfere diretamente na forma com que a cápsula do suplemento se dissolve no seu intestino e como o princípio ativo do magnésio é absorvido pelo corpo.

Pessoa segurando xícara e cartela com comprimidos.
O suplemento lipossomal previne efeitos de intolerância gástrica porque é absorvido mais rapidamente. (Fonte: Polina Tankilevitch/ Pexels.com)

Hoje a técnica de produção de suplemento de cloreto de magnésio mais eficaz, que garante rapidez e maior taxa de absorção do mineral pelo nosso corpo, é a que envolve o suplemento em camadas de lipossomas.

Um exemplo é o suplemento da Sundt, de origem europeia e que acabou de chegar no país. Na prática, o suplemento lipossomal de cloreto de magnésio da Sundt traz os seguintes benefícios:

  • Aumenta a quantidade de magnésio absorvido pelo corpo;
  • Acelera essa absorção;
  • Diminui efeitos colaterais.

Outra vantagem é que essa combinação de rapidez e eficiência que o suplemento lipossomal da Sundt garante também previne os efeitos colaterais de intolerância gástrica.

Esses efeitos ocorrem com frequência nos outros tipos de suplementos, mas são raros nos produtos com lipossomas.

Conclusão

Se consumido sem necessidade, de forma inadequada ou em excesso, o cloreto de magnésio pode causar efeitos colaterais e até mesmo doenças graves. Mas a boa notícia é que é possível contornar esses efeitos negativos e ter acesso aos benefícios desse mineral.

Para evitar os efeitos colaterais do cloreto de magnésio é preciso ter o acompanhamento e avaliação médica durante o tratamento.

E é fundamental que você escolha o melhor suplemento, de preferência o lipossomal, já que ele garante uma maior biodisponibilidade do mineral no organismo e previne problemas gástricos.

(Fonte da imagem destacada: Castorly Stock/ Pexels.com)

References (2)

1. Hipermagnesemia (níveis altos de magnésio no sangue) - Manual MSD
Source

2. Mitos e verdades sobre a suplementação de magnésio - Hospital Sírio Libanês
Source

Manual
Hipermagnesemia (níveis altos de magnésio no sangue) - Manual MSD
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Artigo
Mitos e verdades sobre a suplementação de magnésio - Hospital Sírio Libanês
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Quais são os benefícios do zinco?

Entre os minerais que são essenciais para a nossa saúde está o zinco. São tantos os benefícios do zinco que quem toma multivitamínicos não deve dispensar a presença desse mineral na formulação do suplemento.

Mas, antes de iniciar a suplementação, é importante seguir duas recomendações: Consultar um médico e escolher o suplemento lipossomal de zinco, que é capaz de agilizar a forma como o nutriente é absorvido pelo corpo.

Pontos-chave

  • Os benefícios do zinco são indispensáveis para o bom funcionamento do organismo e a manutenção da saúde.
  • Se você deseja aumentar a biodisponibilidade do zinco no seu corpo, o ideal é optar pelo suplemento lipossomal.
  • O zinco melhora a imunidade e protege contra gripes e infecções, entre outros benefícios que confere à saúde.

Benefícios do zinco: Tudo o que você precisa saber

O zinco é um mineral que desempenha função essencial em centenas de processos que ocorrem em nosso corpo, desde o crescimento celular até a maturação sexual e a imunidade.

Por isso, os benefícios do zinco são muitos e inegáveis. Tanto que ele é necessário para o funcionamento adequado do nosso sistema imunológico, protege contra gripes, resfriados, conjuntivite e outras infecções.

Dependendo da forma como é administrado, os benefícios do zinco englobam até mesmo a cicatrização de aftas e da inflamação da garganta.

Além disso, os benefícios da ingestão de zinco são cada vez mais associados ao sucesso do tratamento de doenças como AIDS, artrite reumatóide, lúpus, fibromialgia e etc. A tabela abaixo mostra os principais benefícios do zinco:

Área de atuação do zincoBenefícios
ImunidadeFortalece o sistema imunológico, combate gripes, infecções e vírus
Cabelos e peleAjuda na cicatrização, evita a oleosidade, trata acne, queda de cabelos e promove o crescimento dos fios
HormôniosAumenta a fertilidade feminina e masculina, regula os hormônios e trata problemas da próstata
Metabolismo celularTem ação anti-inflamatória e antioxidante

Ainda que o zinco tenha muitos benefícios, o fato é que nosso organismo não o produz. Assim como ocorre com outros nutrientes importantes para a nossa saúde, é preciso adquirir o zinco de fontes externas.

A boa notícia é que a natureza oferece uma boa variedade de alimentos ricos em zinco. Por outro lado, nem toda a quantidade do mineral presente nos alimentos é aproveitado pelo corpo.

Consequentemente, pode ser necessário realizar a suplementação. Mas, assim como é importante o acompanhamento médico para definir a dose certa, também é fundamental saber escolher o melhor suplemento de zinco.

Como consumir zinco e aproveitar os seus benefícios?

Existem duas maneiras de garantir a ingestão de zinco: Através de uma alimentação saudável e balanceada ou com suplementos.

Os alimentos de origem animal são algumas das principais fontes de zinco. Entre eles podemos citar:

  • Ostra;
  • Camarão;
  • Carne bovina;
  • Frango;
  • Peixe;

Mas também é possível encontrar alimentos ricos em zinco no reino vegetal, o que é ideal para quem tem restrições alimentares, como os vegetarianos e veganos. Veja alguns exemplo:

  • Castanhas;
  • Grãos integrais;
  • Amêndoas;
  • Sementes de abóbora;
  • Gérmen de trigo;
  • Cereais;
  • Legumes;
  • Tubérculos;

De modo geral, é possível manter bons níveis de zinco no organismo com uma alimentação diária que incluía essa variedade de alimentos. Mas é preciso destacar que a biodisponibilidade do zinco, ou seja, a quantidade desse nutriente que é absorvida pelo corpo é baixa.

Além disso, existem algumas doenças e condições de saúde que diminuem a capacidade do corpo de absorver plenamente esse mineral.

Como alternativa existem os suplementos, que garantem a ingestão dos benefícios do zinco. Mas você deve realizar a suplementação com a orientação de um médico ou nutricionista.

Isso porque, tanto a deficiência quanto o consumo excessivo de zinco podem causar danos à saúde.

Quais os sintomas da falta de zinco?

Como vimos, são muitos os benefícios do zinco para a nossa saúde. E, por isso, a deficiência desse mineral em nosso organismo pode gerar problemas de saúde graves. A falta de zinco acarreta sintomas como:

  • Atraso no crescimento celular;
  • Diarreia crônica;
  • Atraso da maturidade sexual;
  • Pouco apetite;
  • Deficiência do sistema auto-imune.

Além disso, como o zinco desempenha um papel fundamental na manutenção na saúde dos olhos, a deficiência desse nutriente pode alterar a visão e prejudicar a retina.

Também existem outros problemas, mais graves ainda, que costumam estar associados à pouca quantidade de zinco dentro do corpo. São eles:

  • Infertilidade masculina;
  • Anemia falciforme;
  • Aumento da depressão;
  • Diabetes do tipo 2.

Qual a dose recomendada para absorver os benefícios do zinco?

De modo geral, ao suplementar zinco em casos como os citados acima, os sintomas das doenças melhoram. Mas para isso é preciso saber qual a dose ideal para você.

A quantidade diária de zinco vai depender do perfil de cada pessoa e das condições de saúde individuais. Mas, de modo geral, é recomendado entre 11 a 15 mg por dia para que adultos sintam os benefícios do zinco.

Na tabela abaixo, mostramos a necessidade diária de zinco, de acordo com a idade:

Faixa etáriaQuantidade de zinco
0 a 1 ano 5 mg
1 a 10 anos 10 mg
Homens 15 mg
Mulheres 12 mg
Grávidas15 mg
Lactantes19 mg

Além dos benefícios, o zinco também pode causar prejuízos à saúde?

Sim. Se consumido em excesso ou por longos períodos, sem que haja necessidade nutricional, o zinco pode causar danos à saúde e provocar doenças.

E o fato é que a maioria dos suplementos à venda ultrapassam a dose diária recomendada. No entanto, dosagens acima de 15 mg somente devem ser receitadas em casos graves de deficiência ou em situações específicas.

Agora, mais de 100 mg de zinco ao dia podem, a longo prazo, comprometer a imunidade e interferir na absorção de cobre, levando à anemia.

Quais são os benefícios do zinco para a pele e cabelos?

Além de sua importância para a saúde como um todo, o zinco tem benefícios para a pele e os cabelos.

Na pele, esse mineral é responsável por estimular a formação das células, a cicatrização de feridas e de irritações cutâneas, além de ter efeito anti-inflamatório. Por isso, o zinco é bom para o tratamento de:

  • Acne;
  • Queimaduras;
  • Eczema;
  • Psoríase;
  • Rosácea.

Esse mineral, quando suplementado na dose ideal, pode reduzir a produção de sebo pelas glândulas sebáceas, o que ajuda a controlar a oleosidade tanto da pele quanto do couro cabeludo.

Por isso, os benefícios do zinco também englobam os cabelos e até ajudam a prevenir doenças capilares como a caspa e a seborreia.

Além disso, esse mineral é muito utilizado como coadjuvante no tratamento de queda de cabelos.

Destaque de pele de mulher.
O zinco é um aliado no tratamento de pele. (Fonte: ivanovgood/ Pixabay.com)

O zinco também é protagonista no processo de reprodução celular e da metabolização de vitaminas e proteínas, que são essenciais para o crescimento dos fios.

Ou seja, a ausência de zinco no organismo pode causar enfraquecimento dos cabelos, fazendo com que os fios se tornam quebradiços e cresçam em um ritmo mais lento.

Quais os benefícios do zinco para a saúde do homem?

O zinco oferece benefícios ao sistema hormonal, incluindo os hormônios sexuais e tireoidianos, tanto do homem quanto da mulher. Além disso, estudos indicam que esse mineral pode ter papel de destaque no aumento da fertilidade.

Mas, no caso específico dos homens, os pesquisadores acreditam que o zinco também pode prevenir alguns problemas da próstata. O mineral pode até mesmo atuar na diminuição desse órgão do sistema reprodutor masculino quando ele está aumentado.

Mas a certeza é a de que a deficiência de zinco nos homens pode causar:

  • Impotência sexual;
  • Atrofia testicular;
  • Infertilidade;
  • Envelhecimento precoce;

Por que suplementar o zinco traz mais benefícios para a saúde?

Os cientistas já identificaram que nem toda quantidade de zinco ingerida através da alimentação é, de fato, utilizada pelo organismo.

Isso porque a biodisponibilidade desse mineral costuma ser afetada durante o processo de absorção intestinal ou mesmo quando já está na circulação sanguínea.

Cápsula de zinco.
O suplemento lipossomal é o que mais aumenta a taxa de abssorção do zinco no corpo. (Fonte: alexlmx/ 123rf)

Somente por essa razão já se pode considerar a suplementação de zinco. Mas também é preciso considerar essa forma de ingestão do mineral em casos de deficiência alta e no tratamento de doenças.

Outro motivo para adotar a suplementação de zinco é que, hoje em dia, existem suplementos que aumentam a biodisponibilidade do mineral, fazendo com ele seja melhor aproveitado pelo corpo.

Quais são os tipos de suplemento de zinco?

Sabendo da dificuldade do zinco presente nos alimentos ser completamente absorvido pelo corpo, você poderia questionar se essa baixa biodisponibilidade é diferente nos suplementos. De modo geral, não.

A maioria dos suplementos alimentares também não consegue fazer com que o zinco seja totalmente absorvido pelo corpo.

Para solucionar esse problema existem, basicamente, duas principais categorias de suplementos:

  • Suplementos associados a outros nutrientes, que são adicionados ao zinco para aumentar a taxa de absorção do mineral no corpo;
  • Suplementos lipossomais, feitos com uma técnica inovadora que aumenta a biodisponibilidade do zinco e seus benefícios.

Quando consideramos os suplementos de zinco onde existe uma combinação com outra substância, o grau de biodisponibilidade varia de médio a alto. Já no suplemento lipossomal a biodisponibilidade é altíssima.

Existem muitas combinações que resultam em suplementos de zinco. A a seguir você confere os mais comuns:

  • Zinco quelato: Esse suplemento tem uma concentração maior de zinco, na tentativa de aumentar a taxa de absorção;
  • Gluconato de Zinco: Trata-se de uma versão química e processada do zinco, com menor grau de absorção;
  • Sulfato de Zinco: Solúvel em água e não quelatado, tem nível de absorção mediano.

Suplemento lipossomal de zinco x Suplemento comum: Qual o melhor?

Ainda que o zinco seja combinado com nutrientes, que o ajuda a ser melhor absorvido pelo corpo, isso não garante que todo o mineral presente no suplemento será aproveitado pelo organismo.

Para que a biodisponibilidade do zinco seja maior e mais rápida, é preciso que a técnica de produção do suplemento seja diferenciada. É o caso do suplemento lipossomal de zinco da Sundt.

Recém chegada ao Brasil, a Sudnt é uma marca europeia que utiliza uma forma inovadora para produzir suplementos alimentares mais eficientes.

Homem tomando cápsula.
O suplemento lipossomal é o mais eficiente de todos. (Fonte: dolgachov/ 123rf.com)

A cápsula de zinco recebe uma camada de lipossoma que faz com que todo o princípio ativo do mineral chegue ao nosso organismo.

Com isso, diferentemente de outros tipos de suplementos, o zinco lipossomal da Sundt garante todos os benefícios do zinco.

Conclusão

O zinco é um dos vários minerais que precisamos para que nosso corpo funcione corretamente. Para absorver os benefícios do zinco você deve consumir alimentos ricos nesse mineral e avaliar com seu médico a necessidade de suplementação.

O lipossomal de zinco da Sundt é o melhor porque ele garante que todo o mineral presente no suplemento será aproveitado pelo corpo.

(Fonte da imagem destacada: 55559993/ 123rf.com)

References (3)

1. Importância do zinco na nutrição humana, Revista de Nutrição - Departamento Alimentos e Nutrição Experimental, Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Universidade de São Paulo
Source

2. Os benefícios do zinco para a saúde - Universidade Estácio de Sá
Source

3. Uma revisão sobre o zinco - Ensaios e Ciência: Ciências Biológicas, Agrárias e de Saúde, vol. 15 - Universidade Anhanguera
Source

Artigo
Importância do zinco na nutrição humana, Revista de Nutrição - Departamento Alimentos e Nutrição Experimental, Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Universidade de São Paulo
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Os benefícios do zinco para a saúde - Universidade Estácio de Sá
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Artigo
Uma revisão sobre o zinco - Ensaios e Ciência: Ciências Biológicas, Agrárias e de Saúde, vol. 15 - Universidade Anhanguera
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Como tomar vitamina C?

Desde a infância, ouvimos falar sobre a vitamina C e seus benefícios. Essa vitamina está associada ao fortalecimento do sistema imunológico e à prevenção de inúmeras doenças. Mas para aproveitar os benefícios ao máximo, é importante aprender como tomar vitamina C adequadamente.

Além das frutas cítricas e verduras escuras, você pode consumir o suplemento de vitamina C em comprimidos comuns, pastilhas efervescentes ou extrato concentrado. Melhor ainda se você optar pela vitamina C lipossomal. Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto!

Pontos-chave

  • O organismo humano não é capaz de sintetizar naturalmente o ácido ascórbico, por isso é fundamental consumir a vitamina C através da alimentação e suplementação.
  • A dose diária recomendada de vitamina C varia de acordo com o gênero, idade e estado de saúde. Uma dose superior à 1.000 mg só é recomendada para fortalecer a imunidade, tratar resfriados e gripes.
  • O suplemento de vitamina C pode ser enriquecido com outras substâncias como Zinco e vitamina D, que também auxiliam no fortalecimento do sistema imunológico.
  • A vitamina C é facilmente assimilada e eliminada pelo organismo. Para aumentar a absorção e aproveitar ao máximo todos os benefícios, recomendamos que você compre a vitamina C lipossomal.

Como tomar vitamina C: Tudo o que você precisa saber

A suplementação de vitamina C é recomendada quando se identifica a deficiência de ácido ascórbico no organismo, após realização de exames de sangue e com indicação expressa de um nutricionista ou nutrólogo.

O suplemento em comprimidos, pastilhas efervescentes ou extrato concentrado proporcionará resultados ainda melhores quando você aprender como tomar vitamina C corretamente com as informações deste artigo!

 Imagem de uma mulher segurando laranjas.
O suplemento de vitamina C promove inúmeros benefícios para o organismo. (Fonte: Roman Samborkyi/ 123RF.com)

O que é vitamina C?

Também conhecida como ácido ascórbico, a vitamina C faz parte do grupo de vitaminas hidrossolúveis – vitaminas solúveis em água – e possui várias funções no organismo.

Como o corpo não é capaz de sintetizar e nem armazenar o Ácido Ascórbico, a vitamina C deve ser ingerida diariamente através da alimentação e suplementação em quantidades adequadas de acordo com inúmeros fatores.

Quais são os benefícios da vitamina C?

A vitamina C é indispensável para os seres humanos, pois participa de diversos processos metabólicos e celulares, reações e etapas bioquímicas.

Uma das principais funções do Ácido Ascórbico é estimular a produção de colágeno, principal proteína do corpo humano, e que atua na manutenção da pele, cabelo, mucosas, ossos, dentes e vasos sanguíneos.

A vitamina C também possui um papel importante no fortalecimento do sistema imunológico, sendo bastante eficaz na prevenção e tratamento de resfriados comuns e gripes – reduz a severidade de sintomas, a duração do quadro e ajuda a eliminar vírus e bactérias causadores da doença.

Imagem e uma mulher sorrindo.
Ao consumir vitamina C diariamente, você estará livre de resfriados. (Fonte:.com)

A substância também atua na produção de antioxidantes e na inativação de radicais livres, protegendo o organismo contra diversas doenças. Ao participar da fabricação de hormônios e químicas cerebrais, a vitamina C afasta doenças neurodegenerativas.

Outros benefícios da vitamina C estão listados abaixo:

  • Atua no metabolismo de diversas vitaminas como ácido fólico, fenilalanina, tirosina, ferro, histamina, carboidratos, lipídios, proteínas e carnitina.
  • A vitamina C estimula a absorção e utilização de ferro, atuando na prevenção de anemia.
  • A substância também é necessária para o bom funcionamento dos glóbulos brancos e a cicatrização de feridas.
  • Nos ossos, a vitamina C dificulta a produção da porção orgânica da matriz óssea, impedindo o processo de ossificação.

Quais são as indicações da vitamina C?

Com todos os benefícios mencionados acima, a suplementação de vitamina C é mais do que recomendada, principalmente para as seguintes situações:

  • Reforço do sistema imunológico;
  • Tratamento de doenças crônicas;
  • Dietas restritivas ou pobres em nutrientes.

Quais são os sintomas da deficiência de vitamina C?

Quando uma pessoa está com deficiência de vitamina C no organismo, é comum apresentar alguns sintomas como anemia, fraqueza muscular, cansaço, irritabilidade, tontura, cicatrização lenta, dores nas articulações, queda de cabelo, sangramento na gengiva e amolecimento dos dentes.

Por isso é fundamental incluir em sua dieta alimentos ricos em vitamina C como frutas cítricas e verduras escuras. Para complementar a ingestão diária, aposte em um suplemento de vitamina C.,

Imagem de um copo de suco de laranja.
Imagem de um copo de laranja. (Fonte: PhotoMIX Company/ Pexels.com)

Quais alimentos fornecem vitamina C?

Ao manter uma dieta balanceada, você ingere diversos alimentos fontes de vitamina C. Preparamos um top 10 com os alimentos ricos nessa vitamina, considerando uma porção de 100g, veja na tabela abaixo:

AlimentoConcentração de vitamina C
Acerola940mg
Caju219mg
Pimentão amarelo201,4mg
Morango112mg
Mamão82,2mg
Goiaba80,6mg
Laranja70,8mg
Brócolis42mg
Espinafre23,7mg
Tomate21,2mg

É importante mencionar que a vitamina C é sensível ao calor, luz e oxigênio. Portanto, pode ser parcialmente ou completamente eliminada dos alimentos pela exposição, armazenamento prolongado ou cozimento em água.

Portanto, consuma os alimentos fonte de vitamina C crus ou cozinhe no vapor e consuma imediatamente.

Como suplementar vitamina C?

A suplementação de vitamina C é aconselhada para quem está com deficiência dessa vitamina, mantendo dietas restritivas, para esportistas e atletas, fumantes, pessoas estressadas, quem está com quadro de infecção, pessoas queimadas ou com câncer.

Há diversas maneiras de suplementar a vitamina C:

  • Comprimido
  • Cápsula
  • Goma
  • Pastilhas efervescentes
  • Concentrado

Além do suplemento comum, você encontra a vitamina C lipossomal, que oferece absorção rápida e ação mais eficiente – falamos mais sobre a vitamina C lipossomal na seção abaixo.

Imagem de um suplemento de vitamina C efervescente.
A vitamina C em pastilhas efervescentes é bastante comum. (Fonte: Thamkc/ 123RF.com)

Por que a vitamina C lipossomal é considerada mais eficiente?

A vitamina C lipossomal é envolvida em lipossomos, pequenas células esféricas compostas por uma camada externa de ácidos graxos conhecidos como fosfolipídios que são bem semelhantes à membrana celular.

A estrutura lipossomal mantém a integridade das moléculas de vitamina C num mecanismo de transporte ativo ao intestino delgado, onde a vitamina C é absorvida em sua totalidade pelas células do intestino.

Nesse sentido, o diferencial da vitamina C lipossomal é a melhor absorção – a taxa de absorção da vitamina C lipossomal é de aproximadamente 100%.

Os benefícios à saúde proporcionados pela vitamina C lipossomal são os mesmos da vitamina C comum, mas a vitamina C lipossomal se tornou mais popular entre as pessoas com deficiências nutricionais, pois uma taxa maior de absorção significa mais saúde para o organismo.

Poucas marcas oferecem suplementos de vitamina C lipossomada, uma das melhores é a alemã Sundt Nutrition que chegou ao Brasil recentemente, vale a pena conhecer.

Mas afinal, qual a diferença entre o suplemento de vitamina C lipossomal e o comum?

O suplemento de vitamina C comum não apresenta tanta eficácia, pois como o ácido ascórbico é hidrossolúvel, essa solubilidade faz com que a vitamina não seja bem absorvida pelas membranas celulares, que são compostas por ácidos graxos (substância oleosa).

A vitamina C lipossomal não apresenta esse problema, pois as moléculas de ácido ascórbico são encapsuladas em lipossomos, esferas revestidas por uma camada de gordura semelhante aos ácidos graxos.

A biodisponibilidade da vitamina C lipossomal é significativamente maior do que a da vitamina C comum – quase o dobro, para ser mais específico.

Qual melhor horário para tomar vitamina C?

Como a vitamina C é facilmente absorvida pelo organismo, o suplemento pode ser consumido a qualquer momento do dia – mas sugerimos que você fracione a dose durante o dia.

Mas fique atento, o suplemento de vitamina C serve para complementar a dose diária dessa substância, mas não deve substituir o consumo dos alimentos que forneçam essa vitamina.

Imagem de uma mulher tomando um suplemento de vitamina C.
A vitamina C deve ser consumida no decorrer do dia. (Fonte: Sundt Nutrition.de)

Qual a dose diária recomendada de vitamina C?

A dose diária recomendada de vitamina C varia de acordo com a idade, gênero, peso e fatores relacionados à saúde. A maioria dos especialistas concordam que 100mg por dia é suficiente para trazer os benefícios mencionados anteriormente.

Para não restar qualquer dúvida, preparamos uma tabela com as orientações de consumo para cada indivíduo:

IdadeDose diária recomendada
7 a 12 meses50mg
1 a 3 anos15mg
4 a 8 anos25mg
9 a 13 anos45mg
Mulheres de 14 a 18 anos65mg
Homens de 14 a 18 anos75mg
Mulheres a partir de 19 anos75mg
Homens a partir de 19 anos90mg

As recomendações são um pouco diferentes para mulheres grávidas e lactantes, como consta na tabela abaixo:

IdadeDose diária recomendada
Grávidas menores de 18 anos80mg
Grávidas maiores de 18 anos85mg
Lactantes menores de 18 anos115mg
Lactantes maiores de 18 anos120mg

Por quanto tempo devo consumir vitamina C?

Se você estiver consumindo a vitamina C para melhorar os sintomas de um resfriado ou gripe, recomendamos que mantenha a suplementação somente enquanto os sintomas durarem.

Se o seu objetivo é cuidar da saúde e beleza da pele, recomendamos consumo contínuo de 1000mg de vitamina C por pelo menos oito semanas. Para melhores resultados, o uso não deve ser interrompido, mas reduzido.

Quais são os riscos de consumir vitamina C em excesso?

Apesar de todos os benefícios, o consumo excessivo de vitamina C pode prejudicar a saúde, quando o indivíduo consume doses superiores a um grama continuamente.

O ácido ascórbico pode sobrecarregar os rins e aumentar as chances de desenvolver cálculo renal – as temidas pedras nos rins.

Além disso, a superdosagem pode causar efeitos colaterais bastante desagradáveis como diarreia, náusea, cólicas abdominais, acidificação da urina e distúrbios gastrointestinais. Ao regular a dosagem diária, esses sintomas tendem a desaparecer.

Como escolher o melhor suplemento de vitamina C?

Para ser considerado um bom suplemento de vitamina C o produto deve oferecer o mínimo de ingredientes em sua composição. E seja na versão em comprimido, pastilha efervescente ou concentrado, é importante que não contenha açúcar na composição.

Também é importante que o suplemento forneça a dosagem adequada de vitamina C. Embora a maioria dos suplementos forneçam 1000mg por dose, alguns oferecem 500mg e outros 100mg – para uso contínuo recomendamos essa opção.

Você também encontra a vitamina C em gomas mastigáveis, uma excelente opção para estimular as crianças a consumir essa importante vitamina.

Para finalizar, você encontra o suplemento de vitamina C enriquecido com outras substâncias como vitamina D, E, Colágeno, Magnésio, L- Carnitina, Selênio e Zinco. A vitamina C também é encontrada na composição de multivitamínicos.

Conclusão

Os alimentos ricos em vitamina C não podem faltar em sua alimentação, assim como o suplemento alimentar, pois o Ácido Ascórbico participa de diversos processos metabólicos no organismo.

Esperamos que com as informações disponibilizadas neste artigo, você tenha compreendidos os benefícios da vitamina C e aprendido como consumir a vitamina C para aproveitar os benefícios dessa substância.

References (3)

1. MANELA-AZULAY, Mônica et al . Vitamina C. An. Bras. Dermatol., Rio de Janeiro , v. 78, n. 3, p. 265-272, June 2003 .
Source

2. SANTOS, Jordana Tres et al. OS EFEITOS DA SUPLEMENTAÇÃO COM VITAMINA C. Revista Conhecimento Online, Novo Hamburgo, v. 1, p. 139-163, jan. 2019.
Source

3. Ribeiro, André da Silva, Influência da vitamina C no Sistema Imunitário Humano. 2019
Source

Estudo científico
MANELA-AZULAY, Mônica et al . Vitamina C. An. Bras. Dermatol., Rio de Janeiro , v. 78, n. 3, p. 265-272, June 2003 .
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Artigo científico
SANTOS, Jordana Tres et al. OS EFEITOS DA SUPLEMENTAÇÃO COM VITAMINA C. Revista Conhecimento Online, Novo Hamburgo, v. 1, p. 139-163, jan. 2019.
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Artigo científico
Ribeiro, André da Silva, Influência da vitamina C no Sistema Imunitário Humano. 2019
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Cloreto de magnésio emagrece?

Muitas pessoas procuram suplementos de cloreto de magnésio com o intuito de emagrecer. Existe uma discussão frequente sobre se o consumo da substância realmente tem algum efeito ou se seus benefícios não passam de uma lenda. No artigo de hoje, vamos responder: Cloreto de magnésio emagrece de verdade?

Nosso corpo não produz cloreto de magnésio naturalmente, mas pode absorvê-lo. Ele é a junção entre o cloro e o magnésio, dois minerais bastante conhecidos. Fique conosco para conhecer tudo sobre ele e entender quais são os benefícios que pode trazer à nossa saúde!

Pontos-chave

  • O cloreto de magnésio não é uma substância emagrecedora, mas tem propriedades que auxiliam o emagrecimento. Ele também traz muitos outros benefícios para o corpo humano.
  • É possível encontrar cloreto de magnésio em muitos alimentos que consumimos no dia a dia. Arroz, feijão e trigo, bases da alimentação do brasileiro, possuem boas quantidades da substância.
  • A suplementação de cloreto de magnésio é uma boa ideia para quem tem deficiência da substância. Suplementos lipossomais, como os da Sundt, são os melhores disponíveis no mercado.

Todas as informações sobre cloreto de magnésio e emagrecimento

Não basta entender se o cloreto de magnésio emagrece ou não. É preciso saber sua dosagem correta, forma de consumo e até seus possíveis efeitos colaterais. Falaremos sobre todas essas questões a seguir!

É verdade que cloreto de magnésio emagrece?

O cloreto de magnésio tem diversos efeitos que auxiliam o processo de emagrecimento. Porém, sozinho e sem a ajuda de exercícios físicos e de uma alimentação balanceada, é difícil perceber algum efeito.

Alguns dos efeitos do cloreto de magnésio no organismo são o aumento da disposição, da contração muscular e da hipertrofia. Com isso, os resultados são alcançados de maneira mais rápida após a prática de exercícios físicos.

A substância também possui um efeito laxante que ajuda a eliminar impurezas do organismo e purificá-lo. A oxidação celular e processos que causam sensação de inchaço são reduzidos. Essas situações são ligadas diretamente à obesidade.

É importante saber que não adianta tomar cloreto de magnésio e acreditar que só isso será suficiente para o seu emagrecimento, mas sim que ele pode ser de grande ajuda junto com a atividade física regular.

Como auxiliar o processo de emagrecimento com cloreto de magnésio?

A primeira coisa a ter em mente é que você precisa de orientação profissional para tomar cloreto de magnésio. Se deseja fazê-lo, procure um médico ou nutricionista.

Uma vez que você tem uma rotina de exercícios físicos bem definida e uma alimentação balanceada, que também pode ser indicada por um profissional, o cloreto de magnésio cai como uma luva em sua vida!

Você sabia que o magnésio puro não é encontrado livre na natureza? Ele é obtido justamente a partir do cloreto de magnésio! Para isso, é preciso fazer o processo conhecido como eletrólise.

Quem deve tomar cloreto de magnésio?

Ao passar por uma avaliação com um nutricionista, pode ser definido que você precisa de suplementação de cloreto de magnésio.

Um motivo para isso é se você tem deficiência de magnésio no organismo. A ausência da substância causa sintomas como cãimbras, formigamentos, perda de concentração, baixa imunidade e pode até levar a convulsões e problemas cardíacos.

Também é possível que o cloreto de magnésio seja receitado como remédio para prisão de ventre.

Mas, claro, você pode conversar com seu nutricionista e pedir o cloreto de magnésio como suplemento para emagrecer. Ele também é usado com essa função regularmente. Existem poucas restrições de pessoas que não podem fazer uso da substância.

Quais as contra-indicações do cloreto de magnésio?

De acordo com a bula do cloreto de magnésio1, ele é contra-indicado para dois grupos de pessoas: Gestantes e quem sofre de insuficiência renal.

Para as gestantes, o problema é que ele pode ultrapassar a placenta, causando assim uma interferência nos níveis séricos do feto. Quem possui insuficiência renal também deve evitar o suplemento, uma vez que problemas ainda mais graves podem ser causados.

Qual a dosagem ideal de cloreto de magnésio?

Existem indicações diferentes sobre a dosagem recomendada de cloreto de magnésio. O mais aceito cientificamente é que homens adultos devem consumir entre 400 e 420 mg diários da substância, enquanto mulheres adultas precisam de entre 310 e 320 mg.

Outra definição bastante aceita é a que recomenda a dose de acordo com o peso da pessoa. Segundo ela, o ideal seria que cada adulto consumisse 5 mg de cloreto de magnésio por quilograma por dia. Assim, existe uma versão personalizada do consumo indicado!

De toda forma, quem é capaz de realmente indicar a dosagem ideal para você é o seu nutricionista. É ele que deve orientar o quanto você precisa consumir da substância por dia.

 Imagem mostra um homem se exercitando.
O cloreto de magnésio dá maior disposição para a prática de exercícios físicos. (Fonte: StockSnap/ Pixabay.com)

Qual é o melhor horário para consumir cloreto de magnésio?

A recomendação básica é que o cloreto de magnésio seja sempre consumido antes das refeições. Ele pode ser ingerido com água para que, em seguida, seja metabolizado pelo nosso organismo.

Isso permitirá que o magnésio seja totalmente liberado e possa então exercer suas funções principais, como o auxílio na redução da oxidação celular e a consequente liberação de maior energia por parte das células.

Desde que de acordo com a dosagem recomendada, o consumo de cloreto de magnésio antes das duas principais refeições do dia deve apresentar resultados satisfatórios!

Quais as funções do magnésio no nosso corpo?

Para conhecer os benefícios da ingestão do cloreto de magnésio, é preciso entender o que o magnésio, após ser metabolizado, é capaz de proporcionar ao nosso corpo. Veja a lista de seus principais efeitos:

  • Gera sensação de bem-estar: O magnésio é fundamental para a produção de serotonina, o hormônio do prazer. É por isso que ele ajuda a prevenir a depressão e reduz o estresse, além de também dar maior disposição não só para os exercícios, mas para o dia a dia como um todo.
  • Ajuda na secreção de insulina: Ao atuar na metabolização da glicose, o magnésio melhora a secreção de insulina. Isso controla ou reduz as chances de diabetes e ajuda no processo de queima de gorduras.
  • Regula a entrada e saída de cálcio: O controle da metabolização de cálcio no organismo é responsabilidade do magnésio. Por isso, ele não só é importante para os ossos, como também para a ativação da vitamina D.
  • Metaboliza carboidratos e lipídeos: Por ajudar na metabolização dessas substâncias, o magnésio tem papel de auxílio no emagrecimento e na queima de gorduras. É por isso que ele é utilizado como suplemento por quem deseja perder peso!

Ainda é possível ter outros benefícios com o consumo de magnésio, principalmente controle da pressão arterial, funcionamento melhorado do intestino e auxílio na redução de sintomas da menopausa.

Como ingerir magnésio?

O corpo humano não produz magnésio naturalmente. Para que a substância não esteja em falta, precisamos dela através ou da alimentação, ou da suplementação.

Para você nunca mais sentir falta dessa importantíssima substância em seu organismo, preparamos um guia que te mostra onde encontrar as quantidades necessárias dela.

Imagem mostra uma porção de amêndoas.
As amêndoas são as campeãs em magnésio. (Fonte: stevepb/ Pixabay.com)

Conheça alimentos ricos em magnésio

Uma das principais formas de ingerir magnésio é a partir da alimentação. Ele está presente principalmente em grãos, frutos e verduras. É, portanto, uma substância democrática e acessível.

As amêndoas são os alimentos com a maior quantidade de magnésio. Em uma porção de 100 gramas, pode-se encontrar nada menos do que 300 mg, uma quantidade suficiente para suprir as demandas diárias da maioria das pessoas.

Da família dos grãos, o arroz, o feijão e o trigo, partes da alimentação de muitos brasileiros, possuem magnésio. Verduras como espinafre e brócolis e frutos como banana e maçã também podem ser listados como fontes da substância.

Você pode conferir as dosagens de magnésio em cada alimento a partir da seguinte tabela que preparamos:

AlimentoQuantidade de magnésio a cada 100 g
Amêndoas300 mg
Castanhas de caju290 mg
Espinafre cozido280 mg
Feijão cozido50 mg
Arroz integral cozido35 mg
Banana25 mg
Brócolis cozido25 mg
Maçã15 mg

Existem bons suplementos de magnésio?

Se você não consome a quantidade mínima diária de cloreto de magnésio ou tem dificuldades na absorção da substância, a suplementação se faz necessária e pode ser recomendada por um nutricionista.

Existem ótimos suplementos de cloreto de magnésio disponíveis em pó e em cápsulas, mas os melhores são os lipossomais, que permitem uma maior absorção da substância. Quando produzidos por empresas confiáveis, como a Sundt, eles trazem ainda mais benefícios.

Que tipo de suplemento de magnésio tomar?

Você encontra no mercado suplementos de cloreto de magnésio em variadas formas. Qual deles tomar?

O mais fácil é encontrar cloreto de magnésio em cápsulas comuns. Elas têm preço baixo, mas absorção longa e prejudicada pelo seu formato. Preferidas de muitas pessoas, acabam trazendo benefícios reduzidos.

As versões em pó melhoram um pouco a absorção, mas não possuem um sabor muito agradável e também não são tão práticas de se consumir como uma simples cápsula. O preço também já sobe um pouco.

Quando em cápsulas lipossomais, que possuem uma membrana especial capaz de ultrapassar as paredes celulares, até 98% do cloreto de magnésio pode ser absorvido pelo nosso organismo. O ideal é procurar uma marca de confiança e compromisso com a qualidade, como é o caso da Sundt.

Veja abaixo uma tabela que compara os principais tipos de suplemento de cloreto de magnésio:

Suplemento em cápsulasSuplemento em póCápsulas lipossomais
ApresentaçãoCápsulas simples para ingestãoPó para ser dissolvido em água ou na comidaCápsulas com membranas especiais
VantagensFacilidade de consumo, preço baixoAbsorção acima das cápsulas comunsAbsorção excepcional, o melhor para o organismo

Conclusão

Se você deseja emagrecer, o cloreto de magnésio pode ser um ótimo aliado. Ele tem funções no corpo humano que transcendem a queima de calorias e ajudam também vários outros sistemas.

A suplementação deve ser feita com a indicação de um profissional e te ajuda a alcançar seus objetivos junto com atividade física e alimentação balanceada. Procurando por suplementos lipossomais de qualidade, principalmente os da Sundt, você terá uma grande melhoria na qualidade de vida!

Fonte da imagem destacada: PublicDomainPictures / Pixabay.com

References (1)

1. Bula do Cloreto de Magnésio. Acessado em 27/08/2020.
Source

Site oficial
Bula do Cloreto de Magnésio. Acessado em 27/08/2020.
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Como tomar vitamina D?

Entre todas as vitaminas que são essenciais para a saúde do nosso corpo, a vitamina D é, provavelmente, a mais conhecida. Mas o que nem todo mundo sabe é como tomar a vitamina D de forma adequada.

Nesse quesito, tanto a dose quanto o tipo de suplemento devem ser considerados, não apenas para garantir os benefícios, mas para evitar efeitos negativos.

No caso dos suplementos, o destaque do momento é o lipossomal da Sundt, que acelera a absorção da vitamina dentro do corpo.

Pontos-chave

  • A vitamina D é essencial para a nossa saúde, mas em excesso pode causar doenças graves.
  • Para saber como tomar a vitamina D é preciso ter o aconselhamento médico.
  • O suplemento lipossomal é o mais indicado para manter os níveis adequados ou em caso de deficiência.

Como tomar vitamina D: Tudo o que você precisa saber

A vitamina D é um nutriente que pode ser obtido através de alguns alimentos, mas que precisa de uma ajuda externa para ser ativada em nosso organismo. Nesse caso, o melhor ajudante é o sol.

No entanto, somente 10 a 20% da vitamina D vem da alimentação. Isso porque não são muitos os alimentos que oferecem esse nutriente e os que oferecem possuem baixa concentração da vitamina.

Confira os valores e porcentagens de vitamina D presente em alguns alimentos:

Alimentos ricos em vitamina DPorcentagem
1 colher (sopa) de óleo de fígado de bacalhau227% da quantidade diária recomendada
85g de salmão cozido75% da quantidade diária recomendada.
85g de atum enlatado26% da quantidade diária recomendada
85g de fígado de boi cozido7% da quantidade diária recomendada
1 ovo grande7% da quantidade diária recomendada.

Já os 80 a 90% restantes de vitamina D que não são consumidos através da alimentação precisam ser sintetizadas pelo próprio organismo.

Para que isso ocorra, é necessário que nossa pele seja exposta ao sol todos os dias, de forma adequada. Ter o fígado e os rins em pleno funcionamento também é importante, já que são esses os órgãos que processam e ativam a vitamina D.

Mas com tomar sol nem sempre é possível, principalmente com a rotina estressante dos centros urbanos, não raro a suplementação de vitamina D é recomendada.

Mulher deitada na grama tomando sol.
O sol na pele sintetiza a vitamina D no corpo. (Fonte: silviarita/ Pixabay.com)

A reposição da vitamina D, quando necessária, é feita diária, semanal ou mensalmente com suplementos em gotas, cápsulas ou injetáveis.

Mas você não deve consumir essa vitamina por conta própria. É preciso saber como tomar a vitamina D, porque tanto o excesso quanto a falta desse nutriente em nosso organismo pode causar prejuízos à saúde.

Para não errar na hora de tomar a vitamina D, recomendamos que você siga esses dois passos essenciais:

  • Busque avaliação e acompanhamento médico para definir a necessidade de suplementação, a dose ideal e o período de tratamento;
  • Escolha o suplemento de vitamina D lipossomal, que facilita e agiliza a entrada do nutriente no organismo.

Por que você deve tomar vitamina D?

O fato de o Brasil ser um país tropical e com muito sol dá a falsa sensação de que estamos expostos à luz solar de maneira adequada e suficiente.

Mas a verdade é que, por conta da rotina, principalmente de quem trabalha em escritórios e locais fechados, o brasileiro se expõe pouco ao sol.

Outro ponto a ser destacado é que, por conta dos cuidados com a pele para evitar doenças e até o câncer, o uso de protetor solar em excesso também impede a absorção adequada dos raios solares.

Homem sentado na janela.
Ficar muito tempo em locais fechados, pode causar a deficiência de vitamina D. (Fonte: Pexels/ Pixabay.com)

Esses dois fatores já são o bastante para que tenhamos deficiência de vitamina D. Mas também é preciso considerar que algumas pessoas nascem com polimorfismo genético, que pode causar a carência de vitamina D.

Em qualquer um desses casos, a falta do nutriente irá prejudicar a saúde, podendo até provocar doenças graves.

Para remediar, é preciso tomar vitamina D, seja através de suplementos, seja aumentando a exposição da pele ao sol. Confira abaixo as razões pelas quais você deve tomar vitamina D:

  • É bom para o coração;
  • Fortalece dentes e ossos;
  • Previne a osteoporose em adultos e o raquitismo em crianças;
  • Regula a presença de cálcio e ferro no sangue;
  • Atua no combate à doenças autoimunes;
  • Auxilia na prevenção da depressão.

Quando você deve tomar vitamina D?

De acordo com o endocrinologista do Hospital Sírio-Libanês, José Antonio Miguel Marcondes a reposição da vitamina D é indicada para:

  • Pessoas com mais de 65 anos de idade;
  • Crianças com raquitismo ou que raramente se expõem ao sol;
  • Indivíduos com osteoporose;
  • Pessoas com baixa quantidade da vitamina D no organismo, independentemente da idade.

Para saber qual a quantidade de vitamina D no seu corpo é preciso realizar um exame de sangue. E apenas um médico poderá fazer o pedido do exame e avaliar com precisão o resultado.

De todo modo, de acordo com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) a quantidade mínima de vitamina D necessária no nosso corpo é de 20 ng/mL.

Ou seja, se o seu exame indicar que você tem menos do que 20 ng/mL de vitamina D, isso significa que você está com deficiência nutricional. Veja a seguir todo os valores de referências para a vitamina D:

  • Menor do que 10 ng/mL: Insuficiência grave;
  • Entre 10 e 20 ng/mL: Insuficiência;
  • Acima de 20 ng/mL: Normal;
  • Entre 30 e 60 ng/mL: Recomendado para grupos de risco como idosos, gestantes, pacientes com osteomalácia, raquitismos, osteoporose, doenças inflamatórias, autoimunes e renal crônica;
  • Acima de 100 ng/ml: Hipervitaminose.

Como tomar vitamina D e evitar a deficiência e o excesso?

Tanto a insuficiência quanto o excesso de vitamina D fazem mal a saúde. Com uma deficiência leve dessa vitamina, por exemplo, podem ocorrer perda de massa óssea, osteoporose, fraturas, entre outros problemas.

Já quando a insuficiência de vitamina D é alta, os riscos são ainda maiores podendo levar a um defeito na mineralização óssea e ao raquitismo.

Além disso, a deficiência de vitamina D também está associada a um risco maior da ocorrência de várias doenças crônicas, como as cardiovasculares, as imunológicas, infecciosas e os tumores.

Abaixo, listamos alguns sintomas que surgem quando a vitamina D está em níveis baixos:

  • Espasmos musculares;
  • Sensação de cansaço ou mal-estar;
  • Dor nos ossos e nos músculos;
  • Osteoporose em adultos;
  • Fraqueza nos ossos.

Assim como a falta de vitamina D provoca sintomas, também a superdosagem, ou hipervitaminose, é prejudicial à saúde.

Em excesso, a vitamina D pode provocar a hipercalcemia, que é quando a taxa de cálcio no sangue está acima da considerada normal. E isso pode causar:

  • Fadiga;
  • Fraqueza muscular;
  • Náuseas;
  • Anorexia;
  • Desidratação;
  • Perda óssea e da função renal.

De que forma é possível repor a vitamina D no organismo?

Existem dois tipos desse nutriente: A vitamina D2 e a vitamina D3. A vitamina D3 é de origem animal e é sintetizada na pele a partir do colesterol, após a exposição ao sol. Já a vitamina D2 é de origem vegetal.

Mas, como vimos, os alimentos não são as melhores formas de repor a vitamina D, afinal esse nutriente se apresenta em baixa concentração em alguns poucos produtos alimentícios.

O ideal para manter os bons níveis de vitamina D no organismo é aumentar a exposição aos raios solares. Para isso, é preciso tomar sol de 15 a 20 minutos todos os dias. Se você tem pele negra, aumente esse período para 45 minutos a 1 hora.

Mulher tomando cápsula.
O suplemento lipossomal aumenta a biodisponibilidade da vitamina D. (Fonte: Valerii Honcharuk / 123rf.com)

Mas se você tem um rotina que impede que você tome banhos de sol com frequência, a melhor forma de tomar vitamina D é através de suplementos.

É também nessa hora que surge a dúvida: Como escolher o melhor suplemento para tomar vitamina D? Para fazer essa escolha, é preciso analisar a fórmula e a técnica usada na produção do suplemento.

Isso porque a maioria dos suplementos não facilitam o processo de digestão e absorção do nutriente.

Por isso, a Sundt adotou o método lipossomal, no qual a vitamina chega à corrente sanguínea de forma mais ágil. Falaremos em detalhes sobre esse suplemento logo mais.

Como tomar vitamina D na dose certa?

Para manter a concentração de, pelo menos, 20ng/mL de vitamina D no sangue, e evitar a hipervitaminose, a única forma é contar com a orientação do seu médico e avaliar suas taxas nutricionais.

Ainda assim, de modo geral, uma dose segura de vitamina D para adultos e idosos pode variar entre 600 a 1000 ui por dia ou semana.

Lembrando que é preciso considerar as necessidades individuais e a faixa etária também.

Qual o melhor horário para tomar vitamina D?

O melhor horário para tomar a vitamina D através dos alimentos e suplementos é no momento da maior refeição como, por exemplo, o almoço ou o jantar.

Essas refeições ajudam a aumentar a biodisponibilidade da vitamina D no organismo. Isso acontece porque a vitamina D é do tipo lipossolúvel, ou seja, ela é melhor absorvida na presença de gorduras.

Por isso, sempre inclua, com moderação, uma fonte de gordura boa à sua dieta como azeite de oliva, abacate, castanhas e nozes. Dessa forma, o nutriente surtirá efeito mais rapidamente.

Por que o suplemento lipossomal de vitamina D é melhor?

Os suplementos alimentares nem sempre garantem a total absorção do nutriente pelo corpo.

No caso da vitamina D, ela precisa ultrapassar a camada protetora da cápsula do suplemento para ser digerida pelo intestino. Em seguida deverá ser sintetizada e processada no fígado e nos rins para, só então, ser absorvida pelo organismo.

Para encurtar esse processo e acelerar a chegada da vitamina D na corrente sanguínea, a Sundt adotou um método no qual o nutriente é envolvido por camadas de lipossomas.

Cápsula de suplemento.
O suplemento lipossomal da Sundt acelera a absorção da vitamina D. (Fonte: Michele Blackwell/ Unsplash.com)

Com essa camada, o suplemento lipossomal é melhor digerido no intestino e o princípio ativo da vitamina D chega mais rapidamente à corrente sanguínea.

Ou seja, o suplemento lipossomal não apenas facilita a digestão do nutriente pelo intestino, mas aumenta a biodisponibilidade da vitamina D.

Com isso, a eficiência da suplementação é maior, e você ainda evitar a ingestão de muitas cápsulas, o que pode ser prejudicial para a saúde do seu estômago.

Conclusão

A vitamina D é um nutriente essencial para o nosso organismo. Mas tanto em níveis baixos quanto em níveis muito altos, ela pode causar sérios prejuízos à nossa saúde. Por isso, é fundamental saber como tomar a vitamina D.

Se a única opção for repor esse nutriente com suplementos, recomendamos que escolha o lipossomal da Sundt. Esse suplemento de vitamina D aumenta e acelera a absorção do nutriente dentro do corpo.

References (5)

1. Quando devemos fazer reposição de vitamina D? - Hospital Sírio-Libanês
Source

2. Intoxicação por vitamina D: relato de caso - Hospital Israelita Albert Einstein
Source

3. Valores de referência para vitamina D - Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial
Source

4. Vitamina D: Novos Valores de Referência - Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Source

5. Superdosagem de Vitamina D traz sérios riscos para a saúde - Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Source

Artigo
Quando devemos fazer reposição de vitamina D? - Hospital Sírio-Libanês
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Artigo
Intoxicação por vitamina D: relato de caso - Hospital Israelita Albert Einstein
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Artigo
Valores de referência para vitamina D - Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial
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Vitamina D: Novos Valores de Referência - Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
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Superdosagem de Vitamina D traz sérios riscos para a saúde - Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
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O cloreto de magnésio tem contraindicações?

O magnésio é fundamental para o bom funcionamento do organismo, pois participa de mais de 300 reações bioquímicas do corpo. E embora alguns alimentos sirvam como fonte de magnésio, muitas pessoas apresentam carência deste mineral.

Quem está com deficiência de magnésio pode reparar este problema ao suplementar cloreto de magnésio. Mas antes de você ir à farmácia para comprar o suplemento, conheça as contraindicações do cloreto de magnésio e eventuais efeitos colaterais.

Pontos-chave

  • O suplemento de cloreto de magnésio pode ser líquido, em pó ou em cápsulas. O modo de usar varia de acordo com a apresentação do suplemento.
  • A dose diária de cloreto de magnésio e a duração do tratamento variam de acordo com as necessidades do organismo e devem ser prescritas por um médico, nutricionista ou nutrólogo.
  • O excesso de magnésio pode fazer mal à saúde. Diante de superdosagens, as pessoas podem apresentar complicações relacionadas à intoxicação por cloreto de magnésio.

Contraindicações do cloreto de magnésio: Tudo o que você precisa saber

Por que o cloreto de magnésio se tornou um dos suplementos mais consumidos no Brasil? Quem deve consumi-lo? Quais são os benefícios desta substância? Qual a dose diária recomendada? Existem contraindicações e efeitos colaterais?

Nesse artigo, vamos esclarecer essas e outras dúvidas sobre o suplemento de cloreto de magnésio. Continue a leitura para descobrir se você deve utilizar esse suplemento ou não.

Imagem de uma mulher tomando um suplemento em cápsula.
Quando consumido na dosagem adequada, o cloreto de magnésio traz inúmeros benefícios para a saúde. (Fonte: Antonio Guillem/ 123RF.com)

O que é cloreto de magnésio?

Para suprir a necessidade de magnésio do organismo, muitas pessoas recorrem ao cloreto de magnésio, um suplemento nutricional natural.

O suplemento de cloreto de magnésio líquido, em pó ou em cápsulas é facilmente absorvido pelo organismo, repõe rapidamente os níveis dessa substância, possui preço bastante acessível e é possível achá-lo em farmácias.

Muitos dos suplementos de cloreto de magnésio trazem como referência a sigla PA que significa “Puro para Análise” e indica que o produto é concentrado e bem assimilado pelo organismo.

Quais são as contraindicações do cloreto de magnésio?

Embora seja considerada uma substância bastante segura, o cloreto de magnésio é contraindicado para quem possui as seguintes complicações de saúde:

  • Problema nos rins, pois o cloreto de magnésio pode provocar a formação de cálculos renais;
  • Diarreia persistente ou desidratação. O cloreto de magnésio é um laxante e diurético natural;
  • Úlceras ou Colite, pois o cloreto de magnésio possui efeito laxativo.

Além disso, a suplementação é contraindicada para mulheres grávidas, pois o cloreto de magnésio ultrapassa a placenta e pode interferir nos níveis séricos (concentração de vitaminas e minerais) do bebê.

Antes de iniciar a suplementação com cloreto de magnésio, consulte um médico para averiguar se não há nenhuma incompatibilidade com alguma condição de saúde pré-existente.

Qual o diferencial do cloreto de magnésio lipossomal?

Você também encontra o suplemento de cloreto de magnésio lipossomal. Produzido com uma tecnologia inovadora, esse suplemento é encapsulado em lipossomos, pequenas partículas esféricas oleosas.

Os lipossomos são dissolvidos quando chegam ao intestino, aumentando ainda mais a absorção e eficácia do suplemento.

Como essa tecnologia é recente, poucas marcas fornecem suplementos lipossomais. A que confiamos e indicamos é a marca alemã Sundt Nutrition, que chegou ao Brasil recentemente.

Quais são os benefícios do cloreto de magnésio?

O cloreto de magnésio traz inúmeros benefícios para o organismo e pode ser utilizado para prevenir e tratar uma série de problemas de saúde. Conheça alguns dos benefícios deste suplemento:

  • Aumento das funções cerebrais: O cloreto de magnésio aumenta a capacidade de aprendizado e de memorização em curto e longo prazos, pois aumenta a elasticidade e densidade das sinapses cerebrais na área correspondente à memória.
  • Fortalecimento ósseo. O consumo de cloreto de magnésio aumenta a densidade óssea – principalmente quando combinado com potássio – prevenindo e combatendo a osteoporose.
  • Combate infecções. O cloreto de magnésio possui um grande efeito na atividade leucocitária e fagocitose. Também possui efeito imunoestimulante e combate infecções.
  • Previne quadros de enxaqueca e dores de cabeça em geral. O cloreto de magnésio demonstrou eficácia no tratamento contra diversos tipos de dores de cabeça e enxaqueca crônica.
  • Prevenção e tratamento contra a perda de audição causada por distúrbios metabólicos ou induzida por ruídos. A função do magnésio na prevenção e tratamento da perda auditiva ainda não é completamente conhecida.
  • Reduz o estresse. O índice de magnésio no corpo está relacionado com o nível de estresse. Quanto maior o nível de estresse, menor o nível de magnésio. Quando consumida em doses adequadas, essa substância diminui os efeitos adversos do estresse.

O consumo diário de cloreto de magnésio atua na prevenção e tratamento da ansiedade e depressão.

  • Reduz a intensidade dos vícios em cafeína, álcool, nicotina e drogas ilícitas, pois estimula o sistema de recompensa do cérebro e reduz a atividade das substâncias relacionadas ao uso compulsivo.
  • Controla a pressão arterial. Caso você ainda não saiba, a hipertensão é um dos maiores fatores de risco para doenças cardiovasculares e derrames.
  • Trata doenças pulmonares em crianças, como a asma, pois melhora as funções pulmonares em 80% – estudos com pacientes adultos foram inconclusivos.

Além dos benefícios mencionados acima, a suplementação de magnésio está sendo estudada para a prevenção e tratamento de outros problemas de saúde.

Note que apesar de não precisar de receita médica para comprar cloreto de magnésio, você deve consultar um médico antes de iniciar a suplementação.

Quais são os males causados pela deficiência de magnésio no organismo?

Como o magnésio é fundamental no funcionamento do organismo, quando esse composto está em falta, ocorrem vários prejuízos na saúde do corpo e da mente, como os sintomas listados abaixo:

  • Cãibras: O magnésio é estocado nos tecidos musculares e atua no processo de contração dos músculos. Quando há a deficiência de magnésio, ocorrem espasmos musculares dolorosos, pois os músculos perdem a capacidade de relaxar.
  • Formigamentos: Essa substância também ajuda a relaxar as artérias, desse modo, quando a quantidade de magnésio não é suprida, a pressão nas artérias aumenta, causando formigamento e dormência.

Nos casos mais sérios de deficiência de magnésio, os nervos perdem o controle sobre as atividades musculares, podendo gerar convulsões.

  • Gripes e resfriados: A deficiência de magnésio deixa a pessoa mais suscetível a resfriados, gripes e outras doenças que causam perda de apetite, enjoo, cansaço e fadiga.
  • Mudanças de humor: O magnésio também atua na liberação de serotonina. Portanto, quando há falta de magnésio no organismo, você pode experimentar hiperatividade, insônia, ansiedade, nervosismo e irritabilidade.
  • Problemas cardiovasculares: Quando o organismo está com deficiência de magnésio, ocorrem contrações contínuas das artérias coronarianas, diminuindo a quantidade de oxigênio que chega ao coração, elevando a pressão arterial e exigindo mais esforço deste órgão.

Quais grupos estão mais suscetíveis à deficiência de magnésio?

Algumas pessoas estão mais propensas à carência de magnésio, mesmo que possuam uma alimentação equilibrada e consumam muitos alimentos que forneçam essa substância:

  • Pessoas diabéticas, principalmente os que estão com a doença mal controlada, pois o magnésio é excretado pelo organismo junto com a glicose que não é absorvida pelas células.
  • Alcoólatras. Quando consumido em excesso, o álcool impede a absorção de magnésio, causando a deficiência dessa substância.
  • Pessoas na terceira idade. Com o avanço da idade, o estômago começa a produzir menos ácido clorídrico, por isso o magnésio acaba sendo menos absorvido.
  • Pessoas com alimentação inadequada podem experimentar deficiência de magnésio, pois essa substância está presente principalmente nas folhas verdes. Além disso, quem bebe muito refrigerante também experimenta menor absorção da substância.

Além disso, podem apresentar deficiência de zinco as pessoas que consomem os seguintes suplementos ou medicamentos:

  • Suplemento de cálcio;
  • Anticoncepcional ou repositor de estrogênio;
  • Diuréticos ou laxantes – esses medicamentos fazem com que o mineral seja excretado do corpo facilmente.

Como tomar o suplemento de cloreto de magnésio?

Você pode optar pelo cloreto de magnésio líquido, em pó ou cápsulas. A dose diária recomendada de magnésio varia de 500mg a 1000mg

Para consumir o suplemento em pó, dilua duas colheres de cloreto de magnésio em 100ml de água filtrada e beba. Como o sabor do cloreto de magnésio em pó não é muito agradável, muitas pessoas apostam no suplemento em cápsulas.

Outra opção é o cloreto de magnésio concentrado. Como esse suplemento é líquido, você pode diluir uma dose em um copo com suco natural ou tomar puro, seguindo de um copo de água.

Imagem de cápsulas de cloreto magnésio.
A dose diária de cloreto magnésio varia de 500mg a 1000mg. (Fonte: Stevepb/ Pixabay.com)

Quais são os efeitos colaterais do cloreto de magnésio?

Além das contraindicações, o consumo do suplemento de cloreto de magnésio pode produzir diversos efeitos colaterais, como os listados abaixo:

  • Dor abdominal ou dor no estômago;
  • Fraqueza muscular;
  • Diarreia leve;
  • Náusea.

Ao consumir doses elevadas de cloreto de magnésio, você apresentar sintomas de toxidade de magnésio como hipotensão, letargia, confusão mental, alterações no ritmo cardíaco, fraqueza muscular, dificuldade respiratória, perda da função renal e até parada cardíaca.

Os sintomas da toxidade de magnésio podem ser agravados se você possuir alguma disfunção renal.

Outros sintomas que podem surgir como efeitos colaterais do cloreto de magnésio estão relacionados às alergias que o composto pode provocar – são consideradas raras. Alguns dos sinais estão listados abaixo:

  • Urticária;
  • Tontura intensa e queda de pressão;
  • Náusea;
  • Dificuldade para respirar;
  • Inflamação e inchaço nos lábios, língua e/ ou garganta.

Ao apresentar qualquer um desses sintomas, você deve consular um médico imediatamente para entender quais medidas devem ser tomadas.

É importante ressaltar a importância do uso consciente do cloreto de magnésio. Pois assim como uma dosagem adequada pode trazer benefícios ao organismo, uma dosagem inadequada pode afetar diversas funções orgânicas.

Quais interações medicamentosas podem ocorrer com cloreto de magnésio?

Conforme mencionamos anteriormente, antes de iniciar a suplementação de cloreto de magnésio você deve buscar orientação profissional. O médico ou nutricionista deve analisar quais medicamentos você usa e avaliar possíveis chances de ocorrer uma interação medicamentosa.

Caso você tome algum medicamento ou suplemento, pode ser necessário estabelecer um intervalo entre o uso do remédio e do suplemento de cloreto de magnésio.

Recomendamos que após tomar o remédio, você aguarde um período de duas a três horas antes de suplementar o cloreto de magnésio.

 Imagem de uma mulher tomando um comprimido.
Os medicamentos que você toma podem influenciar na absorção de magnésio. (Fonte: JESHOOTS/ Pexels.com)

Conclusão

Como o magnésio atua em mais de 300 processos metabólicos do organismo, a deficiência desse mineral pode provocar diversos problemas de saúde. Nesse sentido, é importante suplementar cloreto de magnésio para suprir as necessidades diárias, principalmente quando você tem uma alimentação pouco balanceada.

Mas antes de suplementar o cloreto de magnésio, consulte seu médico para checar se você precisa deste suplemento, qual a dose diária recomendada para seu organismo e qual é o suplemento ideal para você!

References (3)

1. ALVES, Mateus Santana. Avaliação da qualidade de suplemento alimentar a base de cloreto de magnésio. 2018. 52fl. (Trabalho de Conclusão de Curso - Monografia), Curso de Bacharelado em Farmácia, Centro de Educação e Saúde, Universidade Federal de Campina Grande, Cuité - Paraíba - Brasil,2018.
Source

2. Severo, Juliana Soares; Morais, Jennifer Beatriz Silva; Freitas, Taynáh Emannuelle Coelho de; Cruz, Kyria Jayanne Clímaco; Oliveira, Ana Raquel Soares de; Poltronieri, Fabiana; Marreiro, Dilina do Nascimento. Aspectos Metabólicos e Nutricionais do Magnésio. 2015
Source

3. LIMA, Maria de Lourdes et al . Deficiência de magnésio e resistência à insulina em pacientes com diabetes mellitus tipo 2. Arq Bras Endocrinol Metab, São Paulo , v. 49, n. 6, p. 959-963, Dec. 2005 .
Source

Estudo científico
ALVES, Mateus Santana. Avaliação da qualidade de suplemento alimentar a base de cloreto de magnésio. 2018. 52fl. (Trabalho de Conclusão de Curso - Monografia), Curso de Bacharelado em Farmácia, Centro de Educação e Saúde, Universidade Federal de Campina Grande, Cuité - Paraíba - Brasil,2018.
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Estudo científico
Severo, Juliana Soares; Morais, Jennifer Beatriz Silva; Freitas, Taynáh Emannuelle Coelho de; Cruz, Kyria Jayanne Clímaco; Oliveira, Ana Raquel Soares de; Poltronieri, Fabiana; Marreiro, Dilina do Nascimento. Aspectos Metabólicos e Nutricionais do Magnésio. 2015
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Estudo científico
LIMA, Maria de Lourdes et al . Deficiência de magnésio e resistência à insulina em pacientes com diabetes mellitus tipo 2. Arq Bras Endocrinol Metab, São Paulo , v. 49, n. 6, p. 959-963, Dec. 2005 .
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Conheça os benefícios da vitamina D

Quando falamos em vitaminas, suplementos e compostos que fazem bem para a saúde, a vitamina D sempre é uma das primeiras a ser listadas. Curioso em saber o porquê? Quer descobrir mais sobre essa substância tão fundamental para os nossos corpos? Então fique conosco e conheça os benefícios da vitamina D!

A vitamina D é normalmente associada ao sol e à saúde da pele e dos ossos, mas saiba que ela tem muito mais vantagens do que isso. Descoberta em 1932, até hoje ela surpreende cientistas do mundo todo com as propriedades que apresenta!

Pontos-chave

  • O papel da vitamina D no nosso organismo é fundamental. Ela tem impacto direto em muitos sistemas e influencia principalmente na absorção de cálcio, sendo de grande responsabilidade na saúde dos ossos.
  • Tomar sol é a principal forma de absorção de vitamina D. Caso você não se exponha suficientemente à luz natural, a suplementação se faz necessária.
  • A melhor forma de suplementar vitamina D é através de cápsulas lipossomais, que permitem excelente absorção. Busque uma marca de qualidade, principalmente a Sundt.

Saiba tudo sobre os benefícios da vitamina D

Dentes fortes, ossos resistentes, pele bonita, saúde cardíaca e emocional sempre regulada… A lista de benefícios da vitamina D para os nossos organismos é imensa!

A partir de agora, traremos para você um dossiê sobre a substância, suas características, benefícios e formas de consumo!

Quais as funções da vitamina D no corpo humano?

Nosso corpo precisa de vitamina D. Ele a usa em vários processos essenciais. Entre eles, podemos destacar a absorção de cálcio, que é responsável pelo crescimento e pelo fortalecimento, por exemplo, de ossos e dentes.

Ela também é empregada para regular o crescimento e todas as suas etapas, não se limitando à saúde dos ossos. Por isso, é tão fundamental para crianças e adolescentes.

Outras funções da vitamina D são regular o metabolismo e a presença de fósforo no organismo, colaborar o sistema circulatório e com a imunidade e garantir o funcionamento de importantes processos celulares como a multiplicação e a diferenciação.

Com tantas funções, podemos perceber o quanto ela é fundamental no organismo humano!

 Imagem mostra um senhor de idade avançada trabalhando.
A vitalidade na terceira idade se torna bem maior com boa dosagem de vitamina D no organismo. (Fonte: JosepMonter/ Pixabay.com)

Quais são os benefícios da vitamina D para o nosso organismo?

Se a vitamina D tem tantas funções no nosso organismo, é claro que também são muitos os benefícios de manter seus níveis sempre regulados!

Quando temos vitamina D em quantias satisfatórias, garantimos a saúde dos nossos ossos. Evitamos doenças como osteoporose e auxiliamos o desenvolvimento muscular. A substância é fundamental para atletas e para quem treina com frequência.

Em crianças e adolescentes, ela ajuda no crescimento. Nas mulheres, impede o surgimento de doenças nos ossos que são comuns após a menopausa.

A vitamina D também tem um grande impacto na saúde mental e serve como agente de prevenção da depressão. Ela mantém o sistema imunológico sempre alerta e previne doenças cardiovasculares.

E como atua na divisão celular, até mesmo as chances de câncer se tornam reduzidas quando temos boa quantidade de vitamina D no organismo!

Quais os sintomas da falta da vitamina D?

São muitos os sintomas que podem indicar falta de vitamina D no organismo. Quando eles aparecem em conjuntos, exames mais específicos precisam ser feitos.

Perda de cabelos, dores constantes nos ossos e nas articulações, dificuldade de ganhos musculares e problemas na cicatrização de machucados podem estar ligados com a falta de vitamina D. Esses sintomas se relacionam com a pouca absorção de cálcio e de fósforo.

Se você fica doente com muita frequência e sofre com infecções constantes, também pode ter falta de vitamina D. Ela é uma grande reguladora do sistema imunológico e te mantém saudável na maior parte do tempo.

Fadiga e cansaço, depressão, falta de ânimo e sonolência excessiva são outros males ligados à deficiência da substância.

Quem possui apenas um desses sintomas pode tê-lo por outros motivos, mas se aparecem combinados, a falta de vitamina D deve ser investigada!

Como podemos consumir vitamina D?

A principal fonte de vitamina D que existe é a luz do sol. Os raios ultravioletas B são responsáveis pela ativação da produção da substância no nosso corpo e é a partir daí que vem 80 a 90% da quantidade dela que possuímos.

Considera-se que vinte minutos de sol por dia nos dá uma quantidade suficiente de vitamina D.

Mas se você é uma pessoa que não toma muito sol por motivos de trabalho ou morar em lugares fechados, precisa adquirir vitamina D por outras fontes. Nesse caso, existem duas possibilidades principais: Alimentação e suplementação.

Voltaremos a falar mais tarde sobre os alimentos ricos em vitamina D e os suplementos que te ajudam a tê-la em grandes quantidades no sangue, mas não se esqueça nunca da importância do sol nessa equação!

Você sabia que o protetor solar não atrapalha a absorção de vitamina D? O British Journal of Dermatology1 chegou a essa conclusão que nos tranquiliza muito, já que é possível ter a substância em nosso organismo ao mesmo tempo que nos protegemos do câncer de pele e envelhecimento precoce.

Vitamina D em excesso faz mal?

A única forma de ter superdosagem de vitamina D no sangue é através de suplementação. Pelo sol, a pele para a produção assim que os níveis suficientes são atingidos, enquanto alimentos não possuem a quantidade necessária para causar esse efeito.

Ter vitamina D em excesso no sangue é, sim, prejudicial. Ela pode desregular a quantidade de cálcio no sangue e levar a vários problemas, principalmente insuficiência renal grave.

Por isso, consuma vitamina D em suplemento apenas com orientação médica!

Qual a dosagem recomendada de vitamina D?

A medida de vitamina D em um organismo não é feita simplesmente pelos miligramas da substância, mas sim em comparação com a quantidade de sangue. Normalmente, é apontado 30 ng/ml como valor ideal.

É por isso que você não deve se auto-medicar: Apenas um profissional da saúde pode apontar o quanto da vitamina é o ideal para o seu tamanho, peso e idade.

Para cada pessoa, o valor é diferente. Vá ao médico para descobrir se precisa de suplementação de vitamina D e, caso positivo, com que dosagem diária.

Conheça as principais fontes de vitamina D

Você não toma sol com a frequência necessária? Sente que talvez tenha deficiência de vitamina D? Já foi diagnosticado?

Não se preocupe! A partir de agora, vamos te apresentar as principais fontes da vitamina, seja em alimentos ou em suplementos.

Alimentos ricos em vitamina D

Se você sofre com deficiência de vitamina D, é difícil voltar aos níveis ideais apenas com alimentação. Ainda assim, existem algumas comidas que possuem boas quantidades da substância.

Como você irá perceber a seguir, a maior parte desses alimentos é de origem animal. Dessa forma, para os veganos e vegetarianos é fundamental fazer uso dos suplementos.

Imagem mostra diversos peixes à venda em um mercado.
Peixes de água salgada são ótimas fontes de vitamina D (Fonte: PICNIC-Foto-Soest / Pixabay.com)

Bife de fígado

Muitas pessoas não suportam comer bife de fígado, mas quem não se encaixa nesse grupo tem uma excelente fonte de vitamina D. Além disso, essa parte do corpo bovino também é riquíssima em ferro e outros nutrientes.

Peixes de água salgada

Os mais famosos peixes de água salgada, como atum, sardinha, bacalhau e salmão, são grandes fontes de vitamina D. Todos eles são capazes de prover uma quantidade bastante satisfatória da substância.

Inclusive, óleos como o de fígado de bacalhau e o de baleia costumam ser vendidos em cápsulas como suplemento de vitamina D. Consumi-los também é uma boa ideia para quem não pode tomar muito sol.

Laticínios

Apesar de nem tanto quanto em bifes ou carnes de peixes, os laticínios como queijos e leites também oferecem boas quantidades de vitamina D.

Existem ainda algumas versões “fortificadas” que recebem doses extras das vitaminas, tornando seu consumo ainda mais vantajoso.

Alimentos para veganos

Se você é vegano, infelizmente não existem muitas opções de vitamina D além da suplementação. As melhores soluções são os cogumelos, como shimeji, shitake e champignons, e os cereais integrais, principalmente a aveia.

Só os alimentos são suficientes ou é preciso suplementar vitamina D?

Como já mencionamos, a principal fonte de vitamina D é o sol. A luz natural é responsável pela produção de cerca de 80% da quantidade dessa substância em nosso organismo.

Os alimentos ricos em vitamina D, por mais que ofereçam uma quantia razoável, não são suficientes para suprir uma possível deficiência que aconteça pela falta de sol ou por algum outro problema no organismo.

Dessa forma, sempre que a deficiência em vitamina D é detectada, torna-se necessária a suplementação.

Quais os tipos disponíveis de suplemento de vitamina D?

A suplementação de vitamina D pode ser feita de três formas básicas: Via cápsulas convencionais, óleo ou cápsulas lipossomais.

  • Suplementação em cápsulas: É a forma mais tradicional e barata. Buscada por muitas pessoas, tem o ponto negativo de proporcionar uma baixíssima absorção, muitas vezes falhando em resolver o problema.
  • Suplementação por óleo: Proporciona um nível de absorção maior do que a suplementação em cápsulas, mas muitas pessoas podem ter problemas pelo gosto ou pela origem normalmente animal do produto.
  • Suplementação por cápsulas lipossomais: É a melhor opção. Proporciona um índice de absorção muito maior e é capaz de ajudar mesmo quem tem grandes dificuldades de absorver vitamina D.

Veja a tabela que preparamos comparando os três tipos:

Cápsulas comunsÓleoCápsulas lipossomais
ConsumoAtravés de cápsulas comunsAtravés de um óleo que deve ser bebido ou colocado na comidaVia cápsulas lipossomais com uma membrana especial
VantagensPreço baixo, fáceis de encontrarProporciona maior absorção que as cápsulas comunsAbsorção muito superior à das demais opções

Como é possível perceber, procurar pelas cápsulas lipossomais te dá a melhor suplementação de vitamina D. Isso se torna ainda mais evidente quando a marca é de qualidade, como é o caso da Sundt. Com ela, você tem a confiança de que seu corpo irá absorver enormes quantidades da substância.

Conclusão

Os benefícios da vitamina D em nosso organismo são muitos. Auxílio no crescimento, melhoria da saúde dos ossos e dentes, impactos no sistema cardiovascular e muito mais. Você precisa sempre ter a certeza de que seus níveis da substância não estão abaixo do ideal!

Caso tenha problemas, porém, não há porque se desesperar! É só fazer uma boa suplementação, de preferência com as cápsulas lipossomais. Marcas de qualidade comprovada, principalmente a Sundt, farão com que a substância D volte a te dar todos os benefícios esperados.

Fonte da imagem destacada: silviarita / Pixabay.com

References (1)

1. Sunscreen photoprotecion and Vitamin D status. Acessado em 27 de agosto de 2020.
Source

Estudo
Sunscreen photoprotecion and Vitamin D status. Acessado em 27 de agosto de 2020.
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